segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Sessão para alunos sobre desportos aquáticos.


Com os objetivos de assinalar a comemoração do Dia Nacional do Mar; sensibilizar para a prática desportiva e para os hábitos de vida saudável e dar a conhecer modalidades de desporto aquático: surf, kitesurf e vela, convidámos os atletas: Ruben Silva, Frederico Silva e Tiago Morais. Os atletas falaram sobre as modalidades que praticam e os benefícios da prática desportiva, convidando os alunos a experimentar estas modalidades no futuro. Os alunos estiveram atentos, mostraram-se interessados e entusiasmados durante a sessão.
 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Dia Nacional do Mar

No âmbito do projeto aMAR ler, a Biblioteca da Escola E. B. 2,3 de Valadares assinala hoje o Dia Nacional do Mar. De manhã, serão distribuídas aos professores mensagens dentro de garrafas, ao som da música "Message in a bottle", de Sting, tocada por professores de Educação Musical.



De tarde, haverá uma sessão para alunos sobre desportos aquáticos.


Neste dia será lançado também o concurso "O Náufrago/A Garrafa Mágica", cujo regulamento pode ser consultado aqui.



quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Dia Mundial da Música

No dia 1 de outubro, a Música invadiu as nossas Bibliotecas Escolares.

Na Biblioteca da Escola E.B. 2,3 de Valadares, os professores foram convidados a acompanhar as turmas de 5.º ano para assistir ao concerto pedagógico "Pedro e o Lobo".
Na Biblioteca da Escola Básica de Junqueira, as crianças do pré-escolar e os alunos do 1.º ano e do 2.º ano assistiram ao musical "A Carochinha no Ervilhal", na companhia das educadoras/professoras. Os alunos do 3.º ano e do 4.º ano, também acompanhados pelas suas professoras, assistiram ao concerto pedagógico "Pedro e o Lobo".



A CAROCHINHA NO ERVILHAL



segunda-feira, 21 de setembro de 2015

De regresso...

As Bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Valadares desejam a todos um bom regresso às aulas.


quarta-feira, 3 de junho de 2015

Assim se escreve na Escola E.B. 2,3 de Valadares...


Cansado de correr pela cidade, Marco desceu a escadaria em direção ao metropolitano, misturou-se por entre a multidão e esperou. 
Naquele submundo sujo, suado e barulhento, tinha a oportunidade de passar despercebido. Ninguém reparava nele. Na cidade, todos estão demasiado ocupados, vivendo no seu pequeno mundo-bolha, longe do que os rodeia. E falavam alto, grosseiramente, sobre o barulho das carruagens, dos anúncios de chegada e partida, daqueles que, sentados num qualquer canto, pobremente vestidos, lhe pediam dinheiro. 
E Marco pensava em tudo isto, com tristeza, embora a sua invisibilidade lhe desse jeito, até que um gigante vermelho e metálico parou diante de si e suspirou, abrindo as portas, convidando-o a entrar. 
E mesmo a tempo, porque nesse preciso momento, o agente Nuno e uns quantos amigos seus aceleravam pela escadaria. Mas as portas fecharam-se diante de si; havia agora uma barreira entre Marco e os seus problemas. 
O metro tossiu e iniciou a viagem. Para onde? Marco não sabia dizer. Só precisava de ir para longe, muito longe… 
Apertou o casaco. Ninguém podia ver as manchas de sangue na sua camisola. Sangue que não era seu… 
Sentou-se, levou as mãos à cabeça. Não sabia bem o que se passara, apenas que a culpa não era sua. Mas o seu tom de pele e passado acusavam-no injustamente. 
Agora apenas havia que fugir. 

Mafalda Moreira, 9.º C