terça-feira, 16 de março de 2021

Partilhar Leituras 3

 Partilhamos a leitura da Vitória Leite, do 4.º ano da Escola Básica da Marinha.

Partilha de Leitura 2

O Vicente, do 1.º ano da Escola Básica de Francelos, enviou-nos um pequeno excerto do livro "Histórias de (En)contar de um lobo que não gostava de matemática."

Visitar sem sair do lugar: Torre dos Clérigos/Porto


 

Partilhar Leituras 1

 A Mafalda, do 2.º ano da Escola Básica de Junqueira, partilhou o poema de António Mota " Numa casa muito estranha"

Dia Nacional da Cidadania


 

segunda-feira, 15 de março de 2021

Semana da Leitura: Hora do Conto Online

 Ao longo da Semana da Leitura, realizamos várias horas do conto, tentando chegar ao maior número de crianças da Educação Pré-escolar e do1.º ciclo. 

A leitura partilhada foi " A fada palavrinha e o gigante das bibliotecas" de Luísa Ducla Soares. Livro que reforça a importância da leitura.





Eu sugiro...O Bando da Meia-noite

 A Adriana Vasconcelos, do 4.º ano da Escola Básica de Cadavão, aceitou o desafio e sugeriu uma leitura. 


Visitar sem sair do lugar: Serra da Estrela


 

Partilhar Leituras 4

O Lucas Colaço, do 4.º ano da Escola Básica da Marinha, foi outro aluno que nos enviou diariamente uma Leitura. Partilhamos a primeira.

Partilhar Leituras 3

O Diego Caldas, do 4.º ano da Escola Básica da Marinha, enviou-nos, todos os dias da Semana da Leitura, uma leitura. Partilhamos a primeira. 

Partilhar Leituras 2

A Maria Miguel, do 1.º ano da Escola Bàsica de Francelos , partilhou uma lengalenga de  Luísa Ducla Soares.

Partilhar Leituras 1

O João Rafael, do 2.º ano da Escola Básica de Junqueira, partilhou uma leitura de Sidónio Muralha.

domingo, 14 de março de 2021

Semana da Leitura: Leituras em casa

 O desafio lançado foi partilhar e sugerir leituras. Os alunos do 1.º ciclo enviaram-nos leituras e sugestões que temos partilhado neste blogue.

 Os alunos do 2.º ciclo realizaram uma oficina que consistiu:

- na apresentação da ferramenta "Vocaroo" para gravação de ficheiros áudio;

- gravação de um excerto do livro selecionado por cada aluna;

- partilha da gravação num mural digital.



Sou fã de...

 Não há dúvidas que o António N., do terceiro ano da Escola Básica de Campolinho 2,  é fã da coleção " O Diário de um Banana. Fica a foto!



Partilhar Leituras

 A Mafalda (2JUN1) e a mãe partilharam a leitura " Ai, senhor doutor!" de António Mota.

Dia do PI

 


A escolha da data para o Dia do Pi prende-se com o facto da notação americana das datas ser MM/DD e não DD/MM. Assim, nos Estados Unidos da América, a notação do dia 14 de março é 3/14, a aproximação mais conhecida de Pi (3,141592653589793238462643383...).

O que é o Pi?

O Pi é o número mais famoso da história. Representado pela letra grega p, tem origem na relação entre o perímetro de uma circunferência e seu diâmetro. Curiosamente, embora seja um número, não pode ser escrito com um número finito de algarismos.

Eu sugiro...

 Partilhamos a sugestão da Maria Rita do primeiro ano da Escola Básica de Francelos.

Visitar sem sair do lugar: Auschwitz


 

sábado, 13 de março de 2021

Partilhar Leituras

O Pedro, do 2.º ano da Escola Básica de Junqueira, sugeriu o livro Destrava Livros, de Luísa Ducla Soares, tendo partilhado uma leitura.

Eu sugiro...

Partilhamos a sugestão do Afonso, aluno do 2.º ano da Escola Básica de Junqueira.

Para os mais novos: A Bela e o monstro


A Criança no Sótão



Vou chamar-lhe Walter, embora esse não seja o seu verdadeiro nome. Walter era uma  criança esperta que não se empenhava muito nos estudos.

Um dia, a sua vida mudou radicalmente. O pai abandonou-o e aos irmãos,  deixando a mãe com três rapazes para cuidar. Como o Estado não fornecia qualquer tipo de apoio a mães trabalhadoras, a mãe de Walter trabalhava em vários lados a fim  de assegurar o sustento dos filhos. À medida que as férias grandes se aproximavam, começou a preocupar-se com os perigos a que os filhos estariam sujeitos ao vaguear pelas ruas enquanto ela trabalhava.

Walter foi trabalhar numa quinta, onde deparou com um patrão severo. Frequentemente castigado, o seu local de expiação era um velho sótão. Nesse sótão, Walter encontrou vários livros velhos que o dono da quinta também lá tinha exilado: Dickens, Austen, Twain e Stevenson tornam-se companhias permanentes e desejadas. Walter fazia com que o patrão o castigasse frequentemente, de forma a poder estar com os seus livros adorados.

Há algo de tão evocativo na imagem da criança só, incompreendida, desprezada, que vários escritores de ficção resolveram fazer dela personagens suas. Talvez a mais conhecida seja Sara Crewe, de Frances Hogdson Burnett, no livro A Princesinha. Embora muitas das realidades que Burnett descreve sejam reprováveis – a fortuna de Sara provém de minas onde gente miserável é obrigada a trabalhar em condições degradantes e Becky é salva no fim para se tornar, não numa amiga de Sara, mas na sua criada pessoal – há, contudo, uma ideia que importa reter no livro.

Quando Sara é enviada para o sótão por Miss Minchin, a diretora da escola onde ela estudava, por já não ser herdeira de uma grande fortuna, Sara tira partido da sua imaginação fértil e constrói um mundo onde imagina ser uma princesa prisioneira de uma tirana, o que a vai ajudar a lidar com as vicissitudes a que está sujeita.

Um livro pode ajudar uma criança a autovalorizar-se e isso é o início de um processo de crescimento da alma (por isso, sou contra a ideia de personagens-modelo, nas quais a criança não se reconhece). E há tantas crianças entre nós que estão fechadas em sótãos que as aterrorizam…. Os livros podem ser e são a chave que abre essas portas fechadas.

Regressemos agora à história de Walter. Quando voltou para a cidade, Walter não se tornou um aluno mais diligente. Contudo, levou consigo uma avidez de leitura que fez com que se candidatasse à universidade e acabasse por se licenciar em Harvard. Os mundos que a leitura abrira para ele expandiram a sua mente e o seu coração, como nada antes o havia feito. Tornou-se um empresário bem-sucedido e um marido, pai e avô dedicados.

Os livros salvaram-lhe a vida.

Suponhamos que não havia livros no sótão para o qual Walter foi enviado. Se coloco esta hipótese é porque, hoje em dia ainda, há muitas crianças cujas vidas são difíceis, cujos espíritos estão sedentos, que estão isoladas, com medo e que não têm livros.

Para mim, a coisa mais importante do mundo é que o verbo se torne carne. Posso escrever histórias para crianças e oferecer-lhes palavras, mas os professores são a palavra encarnada dentro da sala de aula. Ao preocuparem-se com elas e ao mostrarem- lhes essa preocupação, os professores partilham com as crianças e os jovens o que eu também quero partilhar quando escrevo.

Quero dizer a cada criança no sótão que se sente só, triste, zangada e com medo, que não está sozinha. É um ser único e tem um valor infinito no seio da família humana que todos formamos. Posso dizer isto através de uma história, e os professores dizem- no através do seu próprio testemunho.

E dos livros que eles incentivam a ler!

Katherine Paterson

The Invisible Child

New York, Dutton Children’s Books2001

(Tradução e adaptação)

Visitar sem sair do lugar: Parque Wolong Grove, na China.

Hoje a nossa visita é feita em tempo real, vamos observar os pandas que vivem no Parque Wolong Grove, na China. Assiste ao vivo e aprende mais sobre os pandas em: Explore.org @ exploreorg.tv/pandas ou premindo a imagem!






sexta-feira, 12 de março de 2021

Semana da Leitura: Cozinhar escritores

Uma oficina de escrita que partiu do desafio: Escrever histórias em 77 palavras de Margarida Fonseca Santos.

Propusemos, após explorar um recurso digital sobre a autora, a escrita de uma história de esperança nas nossas capacidades. Assim, foi pedido aos alunos a escrita de uma pequena história (em exatamente 77 palavras), que incluísse a frase "Eu sabia que era capaz!".

Partilhamos os recursos produzidos: a apresentação sobre Margarida Fonseca Santos e o mural digital com os textos criados pelos alunos.




Criado com o Padlet

Visitar sem sair do lugar: Panteão Nacional

 


Todos a Ler: Quem é o Rei?

Todos a Ler! Dia 12 de Recursos Biblioteca

quinta-feira, 11 de março de 2021

Todos a Ler: Como se faz cor de laranja

Cópia de Blogue_ Todos a Ler! Dia 9 de Recursos Biblioteca

Viajar sem sair do lugar: Machu Pichu

 Machu Picchu, também chamada a “Cidade Perdida dos Incas”, é um local arqueológico localizado no Peru. É considerado um dos locais mais enigmáticos da América Latina.

Em 1983, foi declarado pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade e em 2007,   eleito uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

Prime a imagem para conhecer.




 

segunda-feira, 8 de março de 2021

Uma visita diferente ao Zoo


No dia 3 de março, fizemos uma visita de estudo virtual ao Jardim Zoológico de Lisboa, para comemorar o Dia Mundial da Vida Selvagem.

        

Vimos algumas espécies protegidas, que estão em vias de extinção: a zebra, o tigre-da-sibéria, o coala, o canguru-vermelho, o rinoceronte, o bisonte-americano, o camelo  e as suricatas.

              
Aprendemos que as zebras são herbívoras e habitam em manadas. As suas riscas brancas e pretas protegem-nas dos predadores e das picadas dos insetos. 

O coala também é um animal herbívoro que se alimenta de folhas de eucaliptos e não necessita de beber água. Ele é muito vagaroso, dorme 22 horas e durante o resto do dia come.


             

As suricatas com as suas garras afiadas escavam túneis com cerca de 15 metros de comprimento, para se esconderem dos predadores, para comerem e dormirem. São muito organizadas e atentas.

             

Para protegermos estas espécies que estão em vias de extinção, não devemos comprar produtos que são feitos com peles destes animais. 

Gostámos muito desta visita virtual, pois ficámos a conhecer melhor estas espécies!

         

Autores: 2JUN1


Visitar sem sair do lugar: Zoo da Maia

Para visitar prime a imagem.

Partilhar Leituras 3

O Diego Caldas (4MAR), todos os dia da Semana da Leitura, enviou-nos uma leitura. Fica a primeira!

Todos a Ler: Os génios do parque

Todos a Ler! Dia 8 de Recursos Biblioteca

domingo, 7 de março de 2021

sexta-feira, 5 de março de 2021

Visitar sem sair do lugar: Museu da chapelaria

 Para visitar prime a imagem.


Bibliografia e webgrafia

Quando realizas um trabalho de pesquisa, vai tomando notas e à medida que vais tomando essas notas, regista o nome do autor dessa informação, para depois o incluíres na bibliografia e/ou webgrafia. Como fazer uma referência bibliográfica ou webgráfica? Partilhamos as regras para o fazeres corretamente.
Como fazer uma referência bibliográfica de Recursos Biblioteca




quarta-feira, 3 de março de 2021

Visitar sem sair do lugar:Torre Eiffel

 


Dia Mundial da Vida Selvagem

O Dia Mundial da Vida Selvagem das Nações Unidas é uma celebração global da extraordinária diversidade, de animais e plantas selvagens do nosso planeta. É também uma ocasião para refletir sobre a infinidade de benefícios que estas espécies nos proporcionam, e contribuir para a diminuição das ameaças que enfrentam.

Tendo sido aprovado no dia 3 de março de 1973 o texto da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES), quando dos 40 anos da Convenção foi este dia o escolhido para celebrar o Dia Mundial da Vida Selvagem.

O objetivo é salientar a importância das espécies de animais e plantas selvagens como uma relevante componente da biodiversidade e o papel fundamental que esta desempenha para as pessoas, especialmente para as que vivem mais próximas da natureza e dela dependem para a sua subsistência.

As espécies selvagens de animais e plantas são parte integrante da diversidade biológica do mundo, assim como os genes e os ecossistemas. Os ecossistemas onde a vida selvagem pode ser encontrada, como florestas, pântanos, planícies, pradarias, recifes de coral e desertos, representam outro aspeto da diversidade biológica, juntamente com a diversidade genética.

O elevado número de interações entre todos esses componentes ao longo de quase 3,5 biliões de anos é precisamente o que tornou o nosso planeta habitável para todas as espécies, incluindo a nossa, que depende inteiramente da biodiversidade, desde alimentos, energia, material para artesanato e construção, até ao ar que respiramos. Atividades humanas não regulamentadas ou mal dirigidas têm uma ação negativa nos ecossistemas locais e globais, alterando a biodiversidade e colocando em risco a sobrevivência de muitas espécies.


segunda-feira, 1 de março de 2021

Março


 

Frédéric Chopin

           

Compositor e pianista polaco, naturalizado francês, do período romântico. Nasceu há 211 anos, em 1810, em Varsóvia (atual Polónia) e morreu em 1849, em Paris.

Com oito anos, realizou a sua primeira apresentação em público, figurando já como compositor. Posteriormente, os seus  estudos musicais foram orientados por Joseph Elsner, diretor do Conservatório de Varsóvia. Depois de ingressar no conservatório, teve uma forte instrução em harmonia e em composição. A partir daí, criou o seu próprio estilo. Embora recebesse algumas influências do folclore polaco, nunca utilizou diretamente as melodias e os ritmos populares (soube sempre interpretar o seu espírito erudito). A sua ligação original com o piano permitiu-lhe explorar todos os recursos musicais possíveis. Ele compreendeu como ninguém a natureza do piano como um instrumento expressivo. As suas inovações, na dedilhação, no uso dos pedais e no tratamento do teclado, valeram-lhe a descoberta de sonoridades mágicas, para além de lhe terem permitido alcançar uma fama única.

As suas composições mais famosas incluem Piano Concerto N.º 1 in E Minor (1829), Piano Concerto N.º 2 in F Minor (1830), Ballade in G Minor (1831-35), Fantaisie in F Minor (1840-41), Ballade in A-Flat Major (1840-41), Barcarolle (1845-46), Polonaise-Fantaisie (1845-46), Ballade in F Minor (1842) e Sonata in B Minor (1844).

Fonte:Infopédia

Visitar sem sair do lugar: Parque Biológico de Gaia

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