Após a Hora do Conto Online, os alunos do 4.º ano da Escola Básica da Marinha, deram asas à imaginação e à criatividade e produziram as ilustrações que compilamos neste livro digital. Parabéns pelo vosso trabalho!
sábado, 28 de outubro de 2023
Desafio Aceite!
segunda-feira, 13 de junho de 2022
terça-feira, 22 de fevereiro de 2022
Apontamentos da História: Manuel Fernandes de Tomás
Olá! O meu nome é Manuel Fernandes Tomás,
Nasci no dia 31 de Julho de 1771 e fui por muitos considerado a figura mais importante do primeiro período liberal.
Fui um magistrado e político vintista que se destacou na organização dos primeiros movimentos pró-liberalismo. Era juiz desembargador não Tribunal da Relação do Porto quando fui um dos fundadores do Sinédrio, assumindo o papel central na revolução liberal do porto de 24 de Agosto de 1820.
Fui a figura principal do liberalismo vintista: fiz parte da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, criada no Porto, que administrou o reino após a revolução liberal, sendo encarregue dos negócios do reino e da fazenda.
Fui eleito deputado nas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação portuguesa, pela Beira.
Participei ativamente na elaboração das bases da Constituição de 1822 da Monarquia Portuguesa.
Morri em 19 de novembro de 1822.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
Adaptação dos Contos de Grimm
A professora Elvira desafiou os seus alunos a reescreverem contos bem conhecidos, adaptando-os ao século XXI.
terça-feira, 14 de dezembro de 2021
Exposição/Concurso de Símbolos Natalícios
sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
Apontamentos da história: Dia Internacional dos Direitos Humanos
segunda-feira, 6 de dezembro de 2021
quinta-feira, 2 de dezembro de 2021
Apontamentos da História
O trauma do terramoto
Eram 09:40, do dia 01 de novembro de 1755. Vi que a minha casa estava a tremer. Comecei a sentir medo e, então, fui à janela ver o que se passava. Vi milhares e milhares de pessoas a correr e saí para a rua. Vi casas a desmoronar e a arderem. Comecei a correr junto com as outras pessoas, pois não sabia o que fazer e estava com medo. Depois de um tempo a correr parei e perguntei a uma senhora o que estava a acontecer, ela disse-me que era um terramoto, um dos maiores terramotos!
Então logo entrei em desespero, mas a senhora acalmou-me e disse-me para procurar um abrigo onde pudesse esperar tudo aquilo passar. Pensei em ir para o porto como muitas pessoas fizeram. Mas ainda bem que não o fiz, pois, um maremoto atingiu aquela área fazendo com que mais de 10 mil pessoas morressem.
Decidi ir para a praça. Conforme fui andando em direção à praça vi vários corpos de pessoas que morreram soterradas ou vítimas dos incêndios, vi, também, igrejas e edifícios, entre eles a casa da ópera e o palácio real completamente destruídos. Finalmente cheguei à praça e lá fiquei durante uns dias. Algum tempo depois, vieram homens socorrer as vítimas que sobreviveram ao terramoto: “enterrar os mortos e cuidar dos vivos e castigar os que roubaram” dizia ele.
Logo depois o Marquês de Pombal preocupou-se em reconstruir a cidade de Lisboa. Então falou com três técnicos especializados e juntos fizeram vários testes de como construir uma cidade segura. O Marquês de Pombal construía maquetes e testava-as. Por fim, algum tempo depois acharam o projeto ideal. O “sistema de gaiola” que permitia uma maior resistência a terramotos. As casas foram todas construídas com este sistema. Também foram construídas ruas largas e perpendiculares umas as outras, com passeios e esgotos; edifícios da mesma altura com fachadas iguais e reconstrução do terreiro do paço, que se transformou numa praça ampla e aberta ao rio.
O Marquês de pombal acompanhou as obras de reconstrução e, por isso, este novo centro da cidade ficou conhecido por lisboa pombalina.
Emilly Faustino, 6ºG
sexta-feira, 26 de novembro de 2021
Apontamentos da História
O terramoto de Lisboa: 1755
Era 1 de Novembro de 1755, 9 horas da manhã do dia de todos os santos; as pessoas acordavam cedo e acendiam velas, em homenagem aos mortos e corriam para as igrejas para ver a grande missa. Mas, por volta 9:45 da manhã, os sinos começaram a tocar sozinhos, as pessoas achavam que era um sinal que os santos estavam assistindo à missa, mas logo tudo se esclareceu. Um grande terramoto começou: os prédios caíam, os telhados desabavam e ouvia-se gritos por todo lado.
As coisas pioraram quando as casas se incendiaram, e logo, a cidade toda estava em chamas! Para a nossa salvação o Marquês de Pombal tomou uma atitude e reuniu todos os sobreviventes.
As pessoas reuniram-se perto do mar, onde a situação estava melhor e foi aí que pensaram que um ¨milagre¨ estava a acontecer: o mar estava indo em direção oposta das pessoas, parecia que estava deixando as pessoas passar. Mas logo perceberam que era outro desastre: as ondas estavam indo em direção às pessoas (tsunami), os que não mudaram de lugar rapidamente, morreram na hora. As águas invadiram a cidade que já tinha pegado fogo e desabado, causando ainda mais caos e matando ainda mais gente!
O rei D. José I, ficou tão traumatizado com toda a destruição, que não pôde fazer nada para pará-la e, também, nunca mais pôde dormir debaixo de um telhado, mas, graças à ação do Marquês de Pombal a reconstrução começou. Este ordenou que os guardas reais encontrassem os vivos, para cuidar deles, e enterrassem os mortos, pois era o seu lema. Esta atitude era muito sábia, porque, impedia os vivos de contraírem doenças provocadas pelos mortos. Ordenou que os guardas castigassem as pessoas que eram apanhadas a roubar.
Dias depois da catástrofe, o Marquês conversou com três arquitetos, sobre como iriam reconstruir a cidade de Lisboa. Determinaram então, algumas mudanças para tornar a cidade mais segura: os prédios eram iguais, em altura, conceito e formato, tinham também saídas de emergência em caso de fogo, e eram construídos, várias placas de madeira dentro das paredes e teto ( sistema de gaiola ), que davam o formato aos prédios, dando assim mais flexibilidade aos edifícios em caso de outro acidente. As ruas eram mais largas, para caber mais gente, em caso de emergência; e eram construídas grandes praças públicas/ comerciais.
Com todas as mudanças, Lisboa iria se tornar uma cidade mais segura e bonita, mas uma pergunta rondava a cabeça do Marquês de Pombal: será que a catástrofe foi um castigo de Deus, ou apenas um fenómeno da natureza? O Marquês, para encontrar resposta para a sua pergunta, decidiu fazer uma maquete da cidade e fazer experiências com ela para ver o que acontecia; depois de alguns dias, ele chegou a conclusão que a catástrofe foi apenas um fenómeno da natureza.
Então, logo a descoberta foi para os jornais e foi a primeira vez na história do país que a ciência estava ¨certa¨ e a religião estava ¨errada¨. Depois deste acontecimento o Marquês de Pombal, decidiu mandar os Jesuítas para fora do país, abrindo muitas portas para o ensino, como por exemplo: aulas experimentais.
Clara Rodrigues, 6.ºG
quinta-feira, 25 de novembro de 2021
Apontamentos da História: O Terramoto de 1755
quarta-feira, 14 de julho de 2021
Verdário
Livro de poesia construído pela turma B, do quinto ano, inspirado nos espaços verdes da Escola Básica de Valadares .
segunda-feira, 12 de julho de 2021
terça-feira, 8 de junho de 2021
Concurso "Uma aventura..."
Parabéns à turma 3JUN1 e à professora Alda Silva pelo 2.º prémio na modalidade "Crítica Literária" no concurso " Uma aventura 2021"!
terça-feira, 27 de abril de 2021
domingo, 25 de abril de 2021
Poema: 25 de abril (2)
Poema: 25 de abril
Muito tempo calados
Com cadeados na boca.
Naquela madrugada conseguimos
A chave da nossa boca.
Neste dia vigoroso
Nas armas pomos cravos,
Pois livramo-nos da ditadura
Que nos atormentou tantos anos.
Ouvimos a " Grandola Vila Morena"
na rua a tocar,
a democracia foi implantada
e por isso vamos, hoje, festejar!
Teresa G.
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