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sábado, 28 de outubro de 2023

Livro digital: O Ladrão de Histórias

Após a Hora do Conto Online, os alunos do 4.º ano da Escola Básica da Marinha, deram asas à imaginação e à criatividade e produziram as ilustrações que compilamos neste livro digital. Parabéns pelo vosso trabalho!

Desafio Aceite!

Durante a Hora do Conto Online " O Ladrão de Histórias", foi lançado um desafio e o Diogo do JI de Valadares aguarrou-o com criatividade e imaginação. Partilhamos o mapa com o caminho que nos permitirá, chegar ao JI de Valadares. Obrigada pela ajuda e parabéns! 



Leónia Devora Livros

 Partilhamos alguns trabalhos dos alunos do JI de Vila Chã. Parabéns!



terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Apontamentos da História: Manuel Fernandes de Tomás


Olá! O meu nome é Manuel Fernandes Tomás,

 Nasci no dia 31 de Julho de 1771 e fui por muitos considerado a figura mais importante do primeiro período liberal. 

Fui um magistrado e político vintista que se destacou na organização dos primeiros movimentos pró-liberalismo. Era juiz desembargador não Tribunal da Relação do Porto quando fui um dos fundadores do Sinédrio, assumindo o papel central na revolução liberal do porto de 24 de Agosto de 1820. 

Fui a figura principal do liberalismo vintista: fiz parte da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, criada no Porto, que administrou o reino após a revolução liberal, sendo encarregue dos negócios do reino e da fazenda. 

Fui eleito deputado nas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação portuguesa, pela Beira.

Participei ativamente na elaboração das bases da Constituição de 1822 da Monarquia Portuguesa.

Morri em 19 de novembro de 1822. 

Tiago 6.ºG

Lenços dos Namorados

 




terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Exposição/Concurso de Símbolos Natalícios



Mais um Natal se aproxima e na Biblioteca Escolar podemos encontrar a exposição dos presépios e árvores de Natal construídos pelos nossos alunos. O desafios partiu, como é habitual, da professora Maria José Magalhães no âmbito da disciplina de Educação Moral e Religiosa.

Visita a exposição e vota nos trabalhos mais originais!

 

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Calendário do Advento: Natal Positivo

Apontamentos da história: Dia Internacional dos Direitos Humanos


O meu nome é Isa e sou escrava no engenho do senhor Sebastião.  Vou contar-vos a minha vida!
Fui trazida de Moçambique, no continente africano. Vim num navio negreiro para o Brasil, nesses navio vi muitas mortes...pois eramos muitos, em pouco espaço e sem condições de higiene.
Quando chegamos ao porto, fui leiloada e fui comprada por um senhor para uma fazenda, mas tive sorte, fui para a casa grande, onde fazia trabalhos domésticos. Tive sorte, pois muitas meninas que lá tinham que trabalhar nos campos e eu aprendi a ler e a escrever e nunca fui para o tronco!

Rafaela, 6.ºL


                                                                                                                                                                     Pixabay License


O meu nome é Duarte Gustavo e sou escravo no engenho do senhor Sebastião. Vou contar-vos a minha vida!
Sou um dos escravos que veio de África para o Brasil. Trabalho nos engenhos, na extração de cana de açúcar. É um trabalho muito duro. A nossa vida é dura!
Comemo pouco, uma refeição por dia e, também, somos constantemente castigados com o chicote e colocam-nos correntes pesadas ao pescoço. A nossa vida é horrível. Ser escravo é horrível!

Duarte e Gustavo 6.ºL




segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Apontamentos da História

O trauma do terramoto

Eram 09:40, do dia 01 de novembro de 1755. Vi que a minha casa estava a tremer. Comecei a sentir medo e, então, fui à janela ver o que se passava. Vi milhares e milhares de pessoas a correr e saí para a rua. Vi casas a desmoronar e a arderem. Comecei a correr junto com as outras pessoas, pois não sabia o que fazer e estava com medo. Depois de um tempo a correr parei e perguntei a uma senhora o que estava a acontecer, ela disse-me que era um terramoto, um dos maiores terramotos!

Então logo entrei em desespero, mas a senhora acalmou-me e disse-me para procurar um abrigo onde pudesse esperar tudo aquilo passar. Pensei em ir para o porto como muitas pessoas fizeram. Mas ainda bem que não o fiz, pois, um maremoto atingiu aquela área fazendo com que mais de 10 mil pessoas morressem.

Decidi ir para a praça. Conforme fui andando em direção à praça vi vários corpos de pessoas que morreram soterradas ou vítimas dos incêndios, vi, também, igrejas e edifícios, entre eles a casa da ópera e o palácio real completamente destruídos. Finalmente cheguei à praça e lá fiquei durante uns dias. Algum tempo depois, vieram homens socorrer as vítimas que sobreviveram ao terramoto: “enterrar os mortos e cuidar dos vivos e castigar os que roubaram” dizia ele.

Logo depois o Marquês de Pombal preocupou-se em reconstruir a cidade de Lisboa. Então falou com três técnicos especializados e juntos fizeram vários testes de como construir uma cidade segura. O Marquês de Pombal construía maquetes e testava-as. Por fim, algum tempo depois acharam o projeto ideal. O “sistema de gaiola” que permitia uma maior resistência a terramotos. As casas foram todas construídas com este sistema. Também foram construídas ruas largas e perpendiculares umas as outras, com passeios e esgotos; edifícios da mesma altura com fachadas iguais e reconstrução do terreiro do paço, que se transformou numa praça ampla e aberta ao rio. 

O Marquês de pombal acompanhou as obras de reconstrução e, por isso, este novo centro da cidade ficou conhecido por lisboa pombalina.


Emilly Faustino, 6ºG

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Apontamentos da História

 O terramoto de Lisboa: 1755

Era 1 de Novembro de 1755, 9 horas da manhã do dia de todos os santos; as pessoas acordavam cedo e acendiam velas, em homenagem aos mortos e corriam para as igrejas para ver a grande missa. Mas, por volta 9:45 da manhã, os sinos começaram a tocar sozinhos, as pessoas achavam que era um sinal que os santos estavam assistindo à missa, mas logo tudo se esclareceu. Um grande terramoto começou: os prédios caíam, os telhados desabavam e  ouvia-se  gritos por todo lado.

As coisas pioraram quando as casas se incendiaram, e logo, a cidade toda estava em chamas! Para a nossa salvação o Marquês de Pombal tomou uma atitude e reuniu todos os sobreviventes.

As pessoas reuniram-se perto do mar, onde a situação estava melhor e foi aí que pensaram que um ¨milagre¨ estava a acontecer: o mar estava indo em direção oposta das pessoas, parecia que estava deixando as pessoas passar. Mas logo perceberam que era outro desastre: as ondas estavam indo em direção às pessoas (tsunami), os que não mudaram de lugar rapidamente, morreram na hora. As águas invadiram a cidade que já tinha pegado fogo e desabado, causando ainda mais caos e matando ainda mais gente!

O rei D. José I, ficou tão traumatizado com toda a destruição, que não pôde fazer nada para pará-la e, também, nunca mais pôde dormir debaixo de um telhado, mas, graças à ação do Marquês de Pombal a reconstrução começou. Este ordenou que os guardas reais encontrassem os vivos, para cuidar deles, e enterrassem os mortos, pois era o seu lema. Esta atitude era muito sábia, porque, impedia os vivos de contraírem doenças provocadas pelos mortos.  Ordenou que os guardas castigassem as pessoas que eram apanhadas a roubar.

Dias depois da catástrofe, o Marquês conversou com três arquitetos, sobre como iriam reconstruir a cidade de Lisboa. Determinaram então, algumas mudanças para tornar a cidade mais segura: os prédios eram iguais, em altura, conceito e formato, tinham também saídas de emergência em caso de fogo, e eram construídos, várias placas de madeira dentro das paredes e teto ( sistema de gaiola ), que davam o formato aos prédios, dando assim mais flexibilidade aos edifícios em caso de outro acidente. As ruas eram mais largas, para caber mais gente, em caso de emergência; e eram construídas grandes praças públicas/ comerciais.

Com todas as mudanças, Lisboa iria se tornar uma cidade mais segura e bonita, mas uma pergunta rondava a cabeça do Marquês de Pombal: será que a catástrofe foi um castigo de Deus, ou apenas um fenómeno da natureza? O Marquês, para encontrar resposta para a sua pergunta, decidiu fazer uma maquete da cidade e fazer experiências com ela para ver o que acontecia; depois de alguns dias, ele chegou a conclusão que a catástrofe foi apenas um fenómeno da natureza.

 Então, logo a descoberta foi para os jornais e foi a primeira vez na história do país que a ciência estava ¨certa¨ e a religião estava ¨errada¨. Depois deste acontecimento o Marquês de Pombal, decidiu mandar os Jesuítas para fora do país, abrindo muitas portas para o ensino, como por exemplo: aulas experimentais.         

Clara Rodrigues, 6.ºG


                                                        


quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Apontamentos da História: O Terramoto de 1755

O terramoto

                                                                                   https://ensina.rtp.pt/artigo/o-terramoto-de-lisboa-de-1755/

Na cidade de Lisboa, no dia 1 de novembro de 1755, por volta das 9 horas da manhã, aconteceu o terror na capital, e eu assisti a tudo.
Estava no palácio a preparar-me para ir à igreja, até que, de repente, a terra começou a tremer. À medida que o tempo passou, a terra tremeu cada vez mais, até que cheguei à igreja e vi o teto a desabar por cima das pessoas, enquanto o pânico começou a tomar conta das ruas. Pouco tempo depois, vêem-se as casas a cair, chamas por toda a Lisboa, gritos de desespero, pessoas a correr para todos os lados, enquanto eu, o meu pai, a minha mãe e o meu irmão observávamos aquilo. Pensamos em fugir para o porto, e foi o que muitos fizeram, incluindo a minha família! 
Mas, outro grupo de pessoas fugiram para praças e foi o que eu fiz (o que pode me ter salvo). Quando muitas das pessoas chegaram ao porto, viram um mar raso, onde segundos depois, se via uma enorme onda na linha do horizonte, era um maremoto como nunca antes visto e que matou milhares de pessoas. 
Entre as pessoas que fugiram para as praças, estava o rei (D. José I) e o seu secretário de estado (Sebastião de José Carvalho e Mello), pessoa que foi muito importante na reconstrução da cidade de Lisboa, cuidando dos vivos e enterrando os mortos e também criando um sistema anti-sísmico. 
O clero afirmava que era a fúria de Deus, o fim dos tempos! Mas, dias depois a cidade pára de estar em chamas, mas está completamente arruinada
Eu, escrevo isto, anos depois de o ter presenciado e estou na cidade mais moderna do mundo atualmente: Lisboa. 

                                                                                      Diogo Almeida, 6º  G



                                                            https://expresso.pt/sociedade/2019-10-27-A-furia-de-deus---memorias-do-terramoto-de-1755

O terramoto de 1755

Por volta das 9:45 do dia 1 de novembro de 1755, ouviu-se um barulho muito alto vindo lá de fora... Era um terramoto, acompanhado de um maremoto e um grande incêndio em Lisboa que, também, acabou por chegar à costa Algarvia e a Setúbal. 
O terramoto matou cerca de 20.000 pessoas, desabou 15.000 casas de 20.000, 35 igrejas de 40 e todos os 6 hospitais. O Rei não socorreu ninguém, quem socorreu foi o Marquês de Pombal. O Marquês de Pombal cuidou dos vivos e enterrou os mortos para evitar doenças como a peste negra. Estes incêndios duraram seis dias e quem sobreviveu ficou traumatizado.
Esses seis dias passaram-se e iniciou-se a reconstrução de Lisboa. Construiram-se habitações, ruas largas e retilínias, passeios para peões, redes de esgoto e uma praça central. As habitações eram anti-sismos, todas eram da mesma altura e tinham fachadas semelhantes. O rés-de- -chão era composto por lojas, o primeiro andar por escritórios e o segundo e o terceiro por casa. 

 Gabriel Mota, 6ºG 

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Verdário

 Livro de poesia construído pela turma B, do quinto ano, inspirado nos espaços verdes da Escola Básica de Valadares .

terça-feira, 8 de junho de 2021

Concurso "Uma aventura..."


Parabéns à turma 3JUN1 e à professora Alda Silva pelo 2.º prémio na modalidade "Crítica Literária" no concurso " Uma aventura 2021"!

terça-feira, 27 de abril de 2021

 A partir do mote "Lavar, Escovar, Esfregar!", lançámos o desafio "Vamos criar uma mascote".

Parabéns aos artistas pela criatividade das suas produções.



 

domingo, 25 de abril de 2021

Poema: 25 de abril (2)

 

Mais um abril 
estava a chegar,
no dia vinte e cinco
algo no país ia mudar!

Unidos e prontos para lutar,
para a nossa pátria salvar.
Deitar a baixo o poder
e até os mais fracos iam ajudar.

Balas não foram disparadas,
cravos foram atirados.
Derrotamos o governo
e os lutadores ficaram marcados.

Alegria e felicidade
loucura e paixão
esperança e amizade
pois o Estado Novo foi ao chão.

Ouvimos a canção,
que na rua estava a passar!
O dia 25 de abril
na história vai ficar!

                            Catarina G.

Poema: 25 de abril



Muito tempo calados

Com cadeados na boca.

Naquela madrugada conseguimos

A chave da nossa boca.


Neste dia vigoroso

Nas armas pomos cravos,

Pois livramo-nos da ditadura

Que nos atormentou tantos anos.


Ouvimos a " Grandola Vila Morena"

na rua a tocar,

a democracia foi implantada

e por isso vamos, hoje, festejar!

                                             Teresa G.