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quinta-feira, 9 de março de 2023

Apontamentos da História: Terramoto de 1755

      pixabay

No dia 1 de novembro de 1755, como é habitual em todas as manhãs do fim de semana, fui com a minha família dar um passeio pela zona da baixa de Lisboa.

O dia estava diferente, cinzento e agitado. O mar parecia perturbado. Eram cerca das 9:40h da manhã quando as pessoas começaram a sentir o chão a tremer, eu comecei a ficar com medo ao ouvir os gritos das pessoas a pedir socorro.

Lembro-me de me virar e olhar em frente e ver uma onda gigante em direção a mim, aí senti que o terror tinha começado. Um forte tsunami tinha acabado de destruir milhares de casas e matar milhares de pessoas.

Lisboa nunca mais será a mesma! Eu tinha acabado de ficar sem nada e as pessoas gritavam e gritavam. Na minha cabeça não saía a voz de uma senhora já com os seus 80 anos aos gritos a pedir socorro, enquanto dizia que tinha perdido tudo aquilo que lutou durante a vida, e que já tinha perdido o marido, que era pescador e estava como todos os manhãs no mar a pescar.

Era de facto um cenário de terror, tristeza e medo.

Nesse dia, já quando a cidade estava completamente destruída e as pessoas sem os seus bens, lembro-me de pensar: “E agora para onde é que estas pessoas vão?”.

O dia 1 de novembro de 1755 vai ser sempre um dia com uma memória triste.

Lara 6.º B


domingo, 5 de março de 2023

Apontamentos da História: O Terramoto de 1755



                                                                                           Imagem de gtaranu por Pixabay


O dia 1 de novembro de 1755 vai ficar para sempre marcado na minha memória como o pior dia da minha vida.
Nesse dia, fiz a minha rotina diária como todos os outros dias e ao meio da manhã foi quando, juntamente com a minha mulher, sentimos um enorme tremor de terra.
Largamos tudo o que estávamos a fazer e, de mãos dadas, corremos porta fora até ao exterior, onde vimos a confusão instalada nas ruas. Pessoas corriam, atropelavam outras e choravam que nem crianças e, ainda, chocado com toda aquela situação, senti o puxão da minha mulher que me levava para longe da nossa casa que, como se fosse feita de um monte de areia, se desfazia, ficando somente destroços no chão.
- O que vamos fazer agora?- perguntou a Lucinda, ao mesmo tempo que ouvíamos as pessoas a dizer que um tsunami estava prestes a abater-se sobre Lisboa.
- Vamos para bem longe. - respondi eu já a correr na direção do sítio mais alto da cidade, sabendo que pelo menos ali, estaríamos a salvo.

Lucas, 6.º D

sábado, 4 de março de 2023

Apontamentos da História: Terramoto de 1755

Imagem de Jensen Art Co por Pixabay 

O Terramoto e o Tsunami

Dia 1 de novembro, acordo e penso: "Mês novo, conquistas novas".
Levanto-me para beber água e digo para mim mesma "Vamos lá começar o dia!", de repente sinto tudo a tremer e desespero. As coisas começam a cair e eu cada vez mais desesperada.
Acalmo-me e corro para o andar de cima, coloco-me debaixo de uma mesa e só ouço pessoas a gritar: "Socorro", "Ajuda".
Entretanto, para de tremer, mas quando olho lá para fora assusto-me e grito "Uma onda, isto é uma onda!".
Fico traumatizada e começo a correr de um lado para o outro, quando de repente a casa abana fortemente.
Logo de seguida apercebo-me de que o chão está inundado e fico nervosa ao ver que o meu guarda-roupa está a pingar. Encho-me de coragem e decido sair.
A cidade está destruída, o caos está instalado. Nunca imaginei ver mortos a céu aberto, há feridos por todo o lado.
É o pânico total!

Catarina, n.º 5, 6.º D

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Maratonas de Cartas

Em janeiro, as turma da Escola Básica de Valadares participaram na atividade "Maratona de Cartas" da Amnistia Internacional, dinamizada pela Biblioteca Escolar em articulação com as disciplinas de Cidadania e Desenvolvimento, Educação Moral e Religiosa Católica e Tecnologias da Informação e Comunicação. Ao participar nesta atividade, os alunos mostraram-se interessados e empenhados em exercer o seu direito de cidadania.