terça-feira, 24 de março de 2020
segunda-feira, 23 de março de 2020
A Bolacha
Era uma vez uma jovem que estava
à espera do seu voo na sala de embarque de um grande aeroporto.
Como tinha de esperar longas
horas, resolveu comprar um livro para ocupar o tempo. Comprou também um pacote
de bolachas.
Sentou-se numa poltrona, na sala
VIP do aeroporto, para poder descansar e ler tranquilamente. Ao seu lado,
sentou-se um homem.
Quando a jovem pegou na primeira
bolacha, o homem também pegou numa. Ela sentiu-se indignada, mas nada disse.
Limitou-se a pensar: “Que descaramento! A minha vontade era dar-lhe uma
bofetada para ele aprender!!”
Sempre que tirava uma bolacha, o
homem fazia o mesmo. Ela sentia-se de tal modo indignada que nem conseguia
reagir. Quando restava uma única bolacha, pensou: “O que é que este descarado
vai fazer agora?”
Então, o homem partiu a última
bolacha ao meio, deixando-lhe uma das metades.
Ah! Era demais! A ferver de
raiva, a jovem pegou no livro e nas suas malas e dirigiu-se ao local de
embarque.
Quando, já confortavelmente
sentada no avião, olhou para dentro da sua bolsa para retirar uma caneta,
verificou, para cúmulo da surpresa, que o pacote de bolachas ainda se
encontrava lá… intacto!
Sentiu uma imensa vergonha. Só
então percebera que quem tinha procedido mal fora ela, sempre tão distraída!
Tinha-se esquecido de que metera as bolachas na carteira.
O homem dividira as bolachas dele
sem dar mostras de indignação nem de cólera, enquanto ela tinha ficado
enfurecida ao pensar que estava a dividir as suas bolachas com ele. Já não
havia tempo para se explicar… nem para pedir desculpa.
Quantas vezes, na nossa vida, não
comemos as bolachas dos outros sem termos consciência disso?
Antes de tirar conclusões,
reflita.
Talvez as coisas não sejam
exatamente como pensa. Não julgue os outros sem os conhecer.
Existem quatro coisas na vida que
não se recuperam:
a pedra, depois de atirada;
a palavra, depois de proferida;
a ocasião, depois de perdida;
o tempo, depois de passado.
Nilton J. de Souza
(Adaptação)
(Adaptação)
sábado, 21 de março de 2020
Poesia do dia: A Casa da Poesia de José Jorge Letria
E como hoje é Dia da Poesia...
Rui castro
A Casa da Poesia
[...]
A poesia tem uma casa
que não é grande nem pequena,
pois tem sempre o tamanho
que tem cada poema.
que não é grande nem pequena,
pois tem sempre o tamanho
que tem cada poema.
A poesia vai à escola
com mil versos na mochila
e depois lança-os ao vento
para que possam chegar mais longe
do que chega o pensamento
e, num tempo sem memória,
consigam durar sempre mais
do que dura o esquecimento.
com mil versos na mochila
e depois lança-os ao vento
para que possam chegar mais longe
do que chega o pensamento
e, num tempo sem memória,
consigam durar sempre mais
do que dura o esquecimento.
[...]
A poesia gosta de rir
porque o riso a alivia
dos medos e dos fantasmas
que lhe aparecem dia a dia
e também das contas certas
que não rimam com alegria
e adiam a felicidade
como quem mata a magia.
porque o riso a alivia
dos medos e dos fantasmas
que lhe aparecem dia a dia
e também das contas certas
que não rimam com alegria
e adiam a felicidade
como quem mata a magia.
Na casa da poesia
existe sempre à mão
a poeira de magia
a que se chama inspiração
e esse jeito secreto
de juntar trabalho e emoção.
Na casa da poesia
cabem netos e avós,
pais, primos e irmãos
em páginas ímpares e pares,
e cabe sempre a nossa voz,
pois os esforços não são vãos
quando teima a poesia
em não nos deixar sós.
existe sempre à mão
a poeira de magia
a que se chama inspiração
e esse jeito secreto
de juntar trabalho e emoção.
Na casa da poesia
cabem netos e avós,
pais, primos e irmãos
em páginas ímpares e pares,
e cabe sempre a nossa voz,
pois os esforços não são vãos
quando teima a poesia
em não nos deixar sós.
[...]
José Jorge Letria,
A casa da poesia
Lisboa, Terramar, 2003
A casa da poesia
Lisboa, Terramar, 2003
https://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2019/02/23/a-casa-da-poesia/
sexta-feira, 20 de março de 2020
Poesia do dia: As árvores e os livros
As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
Jorge Sousa Braga, Herbário (2002)
quinta-feira, 19 de março de 2020
Sugestão do dia: RTP Ensina
"Ao longo das últimas décadas, a Rádio e Televisão de Portugal (RTP) produziu inúmeros conteúdos cujo interesse não se esgotou na sua divulgação televisiva ou radiofónica. Entrevistas com figuras notáveis das letras, das artes, das ciências, bem como documentários sobre o património e a história[...] um espaço de consulta fácil para os utilizadores, através de computadores, tablets ou smartphones[...]
Que tipo de conteúdos?
Estão disponíveis[...]videos, audios, infografias e
fotografias produzidas pelos diferentes canais da Rádio e Televisão de Portugal
ao longo das últimas oito décadas. Para além de pequenos excertos de
entrevistas ou programas, apresentamos também alguns grandes documentários com
grande relevância para determinadas matérias escolares.
Como consultar?
Na área de temas temos os conteúdos divididos pelas
principais matérias: Artes, Português, Ciência, Cidadania, etc. Em cada tema
podemos filtrar os resultados por tipo de conteúdo, nível de ensino ou
sub-tema. Alguns dos artigos publicados estão agregados em dossiers, que nos
oferecem o conjunto da oferta existente sobre determinado assunto, ou conjuntos
de episódios de uma mesma série. A área de infantil destina-se ao público
pré-escolar e contém parte do acervo do espaço infantil zig zag, da RTP2." https://ensina.rtp.pt/sobre/
quarta-feira, 18 de março de 2020
Uma História por Dia: Um Peixe de Ouro
Era uma vez um pescador que vivia com a mulher numa velha cabana à
beira-mar. Todos os dias partia no seu barco, feliz por reencontrar as ondas
coroadas de espuma, por sentir o sol acariciar-lhe a face e o vento soprar-lhe
docemente nos cabelos. Por vezes, maravilhado com um pôr-do-sol, quedava-se,
extasiado pela beleza do mundo, e esquecia-se até de lançar as redes.
Numa manhã em que o mar estava particularmente calmo, lançou as redes
à água límpida, dando graças ao céu por tão belo dia. Teve muita dificuldade em
puxá-las. Puxou com todas as suas forças, pensando que apanhara vários peixes
grandes. Mas, no meio das redes, havia um único peixe de escamas douradas.
Ficou muito surpreendido quando o peixe lhe falou com voz humana:
— Peço-te, pequeno pescador, deixa-me voltar para o mar. Dá-me a minha
liberdade e dar-te-ei o que quiseres.
O pescador pegou nele delicadamente e pô-lo de novo na água.
De volta a casa, contou a sua aventura à mulher, que ficou muito
zangada:
— Ao menos, podias ter-lhe pedido pão! Há muitos dias que não temos
pão. Volta lá e pede-lhe pão bem fresco.
O pescador voltou ao lugar onde tinha largado o peixe. Uma brisa suave
soprava no mar e as pequenas ondas salpicavam docemente o casco do barco.
— Peixe, peixinho de ouro, vem cá! Vira a cabeça p’ra mim, minha
mulher quer assim!
O peixe apareceu e perguntou:
— O que me quer ela?
— Acha que eu deveria ter-te feito um pedido quando estavas preso na
minha rede. Queria que nos desses pão.
— Volta para casa — respondeu-lhe o peixe. — Ela já tem o que queria.
Ao chegar a casa, o pescador encontrou a mulher ocupada a empilhar
formas de pão e sacos de farinha a um canto da cabana.
— Estás a ver como fiz bem em mandar-te lá? — perguntou ao marido.
Passado um mês, porém, a mulher do pescador começou a queixar-se.
— Devias ter-lhe pedido uma casa. Olha para esta cabana miserável,
quase não se aguenta de pé! Na verdade, o que nos faz falta é uma boa casa. Vai
ter com o peixe de ouro e pede-lhe uma.
O pescador voltou, contrafeito, ao lugar onde tinha largado o peixe. O
sol desaparecera por detrás das nuvens e o vento tinha-se levantado, fazendo
oscilar o barco.
— Peixe, peixinho de ouro, vem cá! Vira a cabeça p’ra mim, minha
mulher quer assim!
O peixe tirou a cabeça da água e perguntou-lhe:
— E o que quer ela agora?
— Quer uma casa. A nossa cabana está muito velha.
— Volta para casa. Ela já tem o que desejava.
Ao chegar a casa, o pescador encontrou a mulher com um vestido novo,
na soleira de uma grande casa de pedra. Atrás de um belo pomar, viu igualmente
uma capoeira e um estábulo.
— Vês — disse-lhe a mulher — fiz bem em mandar-te lá.
Mas, duas semanas depois, a mulher do pescador voltou a queixar-se:
— Esta casa é demasiado pequena. Precisamos mas é de um castelo. Vai
de novo ter com o teu peixe e diz-lhe que quero morar num castelo.
Tanto o atormentou, que o pescador voltou ao mesmo lugar. O vento
soprava agora em fortes rajadas e grandes ondas abanavam o barco por todos os
lados.
Contrafeito, o pescador chamou o peixe de ouro:
— Peixe, peixinho de ouro, vem cá! Vira a cabeça p’ra mim, minha
mulher quer assim!
O peixe tirou a cabeça da água e perguntou-lhe:
— O que quer ela desta vez?
— Quer um castelo. Acha a casa pequena demais.
— Volta para casa — respondeu o peixe. — Ela já tem o que queria.
Ao chegar a casa, o pescador viu a mulher magnificamente vestida, no
pátio de um grande castelo, que estava rodeado por um belo parque. Dezenas de
criados atarefavam-se por todo o lado.
— Vês como fiz bem em mandar-te lá?
Mas, no final da semana, a mulher acordou-o uma manhã com um forte
abanão:
— Temos de ser os soberanos deste país. Corre e pede ao peixe que nos
faça rei e rainha.
— Mas eu não quero ser rei — disse-lhe o pescador.
— Mas eu quero ser rainha. Vai depressa dizer-lhe que quero governar o
país.
Triste e com o coração pesado, o pescador voltou à margem. Relâmpagos
flamejantes percorriam o céu escuro e ondas ameaçadoras por pouco não viraram o
barco.
— Peixe, peixinho de ouro, vem cá! Vira a cabeça p’ra mim, minha
mulher quer assim!
O peixe tirou a cabeça da água e perguntou-lhe:
— O que mais quer ela?
— Quer ser rainha. Quer que todos a sirvam.
— Volta para casa — disse-lhe o peixe. — Ela já tem o que exigiu.
Ao chegar a casa, o pescador viu um palácio esplêndido, guardado por
inúmeros soldados. A mulher encontrava-se no interior, sentada num trono
enorme. Tinha na cabeça uma pesada coroa de ouro, incrustada de diamantes, e
trazia um vestido sumptuoso, semeado de finas pérolas.
— Vês como fiz bem em mandar-te lá? — perguntou ao vê-lo.
Mas, nessa noite, na grande cama coberta de peles, a mulher do
pescador não conseguia dormir. Perguntava-se o que mais poderia obter do peixe.
E quando a alvorada iluminou o céu, pôs-se a gritar de cólera:
— Como é possível? Quando quero dormir é que o sol se levanta, e sem a
minha autorização. Vai depressa ter com o peixe e diz-lhe que desejo que os
astros me obedeçam.
E ordenou aos guardas que o pescador fosse posto fora de portas.
Pesaroso, o pescador voltou ao mar.
Uma tempestade enorme desabara sobre o oceano. As ondas rebentavam em
cima do barco do pescador, que não o conseguia controlar. Várias vezes chamou o
peixe com todas as suas forças, enquanto a violência do vento lhe abafava a
voz:
— Peixe, peixinho de ouro, vem cá! Vira a cabeça p’ra mim, minha
mulher quer assim!
O peixe tirou, por fim, a cabeça da água e perguntou:
— Mas o que mais pode ela ainda querer?
— Quer reinar sobre o universo inteiro.
— A tua mulher nunca se sentirá satisfeita. Adeus, caro pescador,
nunca mais voltaremos a ver-nos.
Ao chegar a casa, o pescador viu que o palácio tinha desaparecido e
que, no seu lugar, se encontrava de novo a cabana decrépita. A mulher
choramingava, envergando o seu velho vestido remendado.
— Não chores — disse o pescador. — Não eras mais feliz quando eras
rainha. A maior felicidade consiste em estar-se contente com o que se tem.
E partiu, feliz, para pescar o alimento de todos os dias no mar
límpido e tranquilo.
Johanna M. Coles; Lydia M. Ross, L’Alphabet de la Sagesse, Paris,
Albin Michel Jeunesse, 1999
terça-feira, 17 de março de 2020
segunda-feira, 16 de março de 2020
Uma História por Dia: Ser verdadeiramente rico
"Este foi o meu
primeiro aniversário longe de casa. Senti falta da minha mãe, da minha irmã, e
seguramente do bolo especial que a minha mãe sempre fez para o meu aniversário.
Desde de que entrei
para a universidade este ano, observo com ciúme os caloiros que recebem
encomendas dos pais nos seus aniversários – aliás, até nos dias normais. Em vez
de me sentir empolgada com o facto de fazer 18 anos, sinto-me vazia. Gostava
que a minha mãe me enviasse algo também, mas sei que não tem dinheiro para o
presente ou sequer para os portes de envio. Fez sempre o melhor que pôde pela
minha irmã e por mim. Criou-nos sozinha. A verdade é que nunca houve dinheiro
suficiente. Mas isso não a impediu de nos ajudar a sonhar.
“Podes ser aquilo que
quiseres ser”, dizia ela. “Política, bailarina, escritora, tens apenas de
trabalhar para isso, tens de apostar na tua educação.”
Durante muito tempo,
por causa do engenho da minha mãe, não compreendi que éramos pobres. Ela
conseguia fazer tanto com tão pouco! Tratava da nossa casa com verdadeiro
empenho e zelava pelos canos com mais de 40 anos e pelo aquecedor a óleo para
que nos mantivéssemos quentes durante os invernos gélidos. Vestia-nos e
alimentava-nos. Conseguiu que tivéssemos bolsas para estudarmos violino e piano
com os melhores professores de Filadélfia. Nunca deixava passar nenhuma
oportunidade para falar com os nossos professores e assistia a todas as nossas
apresentações musicais e teatrais.
A minha mãe tinha
muita esperança na minha irmã e em mim. Compreendeu que o modo de sairmos da
pobreza era a educação. Não brincávamos sempre na rua como as outras crianças,
nem ficávamos no alpendre até tarde, a conversar e a rir com os vizinhos.
Ficávamos em casa a fazer os trabalhos escolares e a ler livros. A mãe
sentava-se connosco, enquanto cumpríamos as nossas tarefas, e ensinava-nos a
estudar, incitando-nos a consultar enciclopédias ou a recorrer às bibliotecas.
E fazia tudo isso com um salário manifestamente insuficiente.
Nunca comprou nada que
pudesse ela própria fazer e apenas em casos de emergência recorria às suas
poupanças, que guardava num banco do centro da cidade.
Graças aos grandes
sonhos e sacrifícios da minha mãe, consegui chegar à Ivy League, na
Universidade de Brown, em Rhode Island. Mesmo assim, tive medo de não estar à
altura dos meus colegas. Pareciam-me
confiantes e aparentavam ser ricos. Senti-me perdida e deslocada por vezes.
Enquanto sonhava
acordada, bateram à porta. A minha colega de quarto abriu e um homem dos
correios perguntou por mim. Entregou-lhe uma caixa retangular e grande, que ela
colocou cuidadosamente sobre a secretária ao pé da minha cama. Abri-a e lá
dentro estava um bolo de baunilha com cobertura de chocolate. Escrita com
maçapão estava a mensagem: Feliz Aniversário, Sande! Com amor, mãe e Rosalind.
Foi como se a minha mãe estivesse mesmo ali, a abraçar-me. Como tinha
conseguido pagar o envio?
Saí do quarto e bati à
porta dos meus colegas. “Bolo de aniversário”, gritei eu. Ao cortar o
bolo para os dez colegas que reunira no quarto, e ao observar os seus rostos
enquanto comiam, percebi que eu não precisava de comer para me sentir
satisfeita e rica por dentro."
sexta-feira, 6 de março de 2020
Semana da Leitura 2020
Durante a próxima semana (9 a 13 de março) comemora-se a Semana da Leitura. Para celebrar a leitura, o livro e o leitor, o Plano Nacional de Leitura (http://www.pnl2027.gov.pt/ np4/sl2020apresentacao.html) convida as escolas a promoverem atividades para festejar a leitura como ato comunicativo, diálogo entre as artes, as humanidades e as ciências, espaço de encontro, criativo e colaborativo, de modo a promover a leitura e a escrita como objeto de prazer e liberdade.
segunda-feira, 2 de março de 2020
Concurso Mascote das Bibliotecas
Já temos uma mascote para as Bibliotecas do Agrupamento de Valadares! A Lili, idealizada pela aluna Adriana Vasconcelos, da turma 3CAD (Escola Básica de Cadavão), passará a integrar a nossa equipa e fará parte da nossa imagem.
A mascote foi construída com base em três conceitos básicos: Sabedoria, materializada no mocho; Aprendizagem, simbolizada no livro; Conhecimento e Globalização, representados pelo balão em formato de planeta Terra.
Com esta representação pretende-se comunicar os fundamentos essenciais da biblioteca e o gosto pela leitura.
Parabéns à vencedora e a todos os participantes!
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
quarta-feira, 29 de janeiro de 2020
Juntos por uma Internet melhor...
No dia 11 de fevereiro de 2020, comemora-se o Dia da Internet Mais Segura. Ao longo deste mês, iremos promover atividades sobre as temáticas relacionadas com a Segurança Digital. Uma dessas atividades é um desafio, o Pisca Mega Quiz, que poderá ser jogado na Biblioteca.
segunda-feira, 27 de janeiro de 2020
Juntos pelos Direitos Humanos
Pelo 5.º ano consecutivo, a Biblioteca Escolar, em articulação com as disciplinas de Educação Moral e Religiosa Católica, Cidadania e Desenvolvimento e Educação para a Cidadania, aceitou o convite para participar na Maratona de Cartas promovida pela Amnistia Internacional. Para conhecer e assinar os casos de 2019, poderá fazê-lo consultando o sítio da Amnistia Internacional, através da ligação amnistia.pt/maratona.
Até 15 de fevereiro, todos são convidados a participar nesta iniciativa em defesa dos Direitos Humanos.
Até 15 de fevereiro, todos são convidados a participar nesta iniciativa em defesa dos Direitos Humanos.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
Concurso Rosas dos Ventos
Os professores de História e Geografia de Portugal (2.º ciclo) e de Geografia (3.º ciclo) desafiaram os seus alunos a construir rosas dos ventos, que foram expostas na biblioteca, onde decorreu o Concurso Rosas dos Ventos, com a colaboração da equipa da biblioteca.
Parabéns a todos os participantes!
Para saber mais...
A Rosa dos Ventos é a base da localização relativa em Geografia (localização de um lugar em relação a outros locais, utilizando pontos de referencia conhecidos). Ela indica-nos os pontos cardeais, colaterais e intermédios.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Concurso de Símbolos Natalícios
Encontra-se patente no espaço renovado da biblioteca a Exposição de Símbolos Natalícios (Presépios, Árvores e Coroas de Natal), realizados pelos alunos em família, no âmbito da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica.
Pensando na sustentabilidade do planeta, os alunos utilizaram materiais reciclados.
Ficam aqui apenas alguns exemplos da criatividade dos nossos alunos...
sexta-feira, 6 de dezembro de 2019
Encontro com... Daniel Completo
Nos dias 2 e 3 de dezembro, recebemos no nosso agrupamento a visita de Daniel Completo, que interpretou canções compostas para alguns poemas de Luísa Ducla Soares, para os meninos do pré-escolar e do 1.º ciclo. Assim, através da música fez-se uma viagem pela obra desta escritora. Valorizando nas letras o aspeto lúdico e brincalhão, este músico conseguiu despertar o entusiasmo e a participação de todos, tendo proporcionado uma forma diferente de contactar com a leitura.
Abaixo ficam os livros apresentados.
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
Concurso "Mascote das Bibliotecas"
No âmbito do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, lançamos-te um desafio. Apresenta uma proposta para uma mascote que represente as nossas bibliotecas. Consulta o regulamento e participa!
Há um prémio para a melhor mascote.
Há um prémio para a melhor mascote.
Acede ao regulamento aqui.
quarta-feira, 9 de outubro de 2019
MIBE 2019
Outubro é o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares (MIBE) e, em 2019, o tema é "Vamos Imaginar", traduzido do inglês "Let's Imagine". Este ano, somos convidados a pensar e celebrar a ligação entre livros, leitura, bibliotecas escolares e a imaginação.
Abaixo transcrevemos parte da mensagem da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE):
"Acreditamos que as bibliotecas são espaços vivos, cujos atores principais são as crianças e jovens, seus utilizadores. Esperamos que o MIBE 2019 seja uma celebração mundial criativa e imaginativa do poder das bibliotecas para transformar o mundo."
Para celebrar o MIBE, as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Valadares propõem um conjunto de iniciativas. O programa pode ser consultado abaixo.
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Leitores extraordinários
Durante o ano letivo, muitos foram os alunos que se deixaram encantar pelos livros das nossas Bibliotecas. Para todos eles, deixamos aqui uma mensagem...
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Notícias Falsas? Não te deixes enganar!
Deixamos aqui algumas dicas para que consigam mais facilmente identificar informação falsa na Internet. Não se esqueçam, avaliem criticamente antes de partilhar!
quarta-feira, 5 de junho de 2019
Literacia dos Media
No âmbito da aplicação do referencial Aprender com a Biblioteca Escolar, entre 28 de maio e 5 de junho, dinamizámos sessões sobre Literacia dos Media em articulação com as professoras das disciplinas de Cidadania e Desenvolvimento e de Tecnologias da Informação e da Comunicação, para os alunos do 5.º ano e do 7.º ano.
Os temas abordados foram a segurança na Internet, a dependência dos dispositivos móveis e as notícias falsas (fake news).
sexta-feira, 3 de maio de 2019
quinta-feira, 28 de março de 2019
sexta-feira, 8 de março de 2019
Semana da Leitura 2019
De 11 a 15 de março, as Bibliotecas do Agrupamento de Valadares propõem-se comemorar a SEMANA DA LEITURA, desafiando crianças, jovens e adultos a unirem-se numa grande festa do livro e da leitura.
Pode consultar abaixo o programa de cada uma das Bibliotecas Escolares do nosso Agrupamento.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Concurso de Poesia Interescolas de Gaia 2019
Os agrupamentos e as escolas públicas do concelho de Gaia, em parceria com a Biblioteca Municipal, poetas residentes e outros intelectuais, promovem um concurso de Poesia
para a comunidade educativa. Podem participar alunos e ex‑alunos, encarregados de educação, professores, técnicos licenciados e não licenciados e assistentes operacionais.
O concurso decorre até 15 de março e os trabalhos devem ser entregues na Biblioteca da
Escola Básica de Valadares até à referida data, em papel e em formato digital.
Participe! Para conhecer o regulamento, clique na imagem abaixo.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Maratona de Cartas - Amnistia Internacional
Pelo 4.º ano consecutivo, as Bibliotecas do Agrupamento de Valadares, em
articulação com o subdepartamento de Educação Moral e Religiosa Católica e as disciplinas de Cidadania e Desenvolvimento e de Educação para a Cidadania, juntam-se à iniciativa da
Amnistia Internacional, pela defesa dos Direitos Humanos, e participam
na Maratona de Cartas.
Todos os anos, milhões de pessoas, pelos quatro cantos do mundo, unem-se
no esforço conjunto e simultâneo de escrever cartas e assinar
petições em defesa de pessoas e de comunidades em risco.
Para saber mais sobre esta iniciativa, poderá consultar www.amnistia.pt.
Durante a última semana de aulas do 1.º período, alunos, pais,
professores e funcionários são convidados a participar nesta "Maratona"
em defesa dos Direitos Humanos.
Em 2017, foi assim...
terça-feira, 6 de novembro de 2018
terça-feira, 23 de outubro de 2018
MIBE - Sessão para Pais
No dia 29 de outubro, pelas 18 horas, o Serviço de Psicologia e Orientação do nosso Agrupamento, com a colaboração da Biblioteca da Escola Básica de Valadares, irá dinamizar a sessão "Pais Presentes, Filhos Excelentes".
Dia da Biblioteca Escolar
Hoje, comemorou-se o Dia da Biblioteca Escolar. E no nosso Agrupamento esta data foi ainda mais especial, pois inaugurámos a Biblioteca da Escola Básica de Vila Chã.
Desejamos que este espaço se torne num lugar mágico, onde as nossas crianças possam crescer como leitores e onde a sua curiosidade pelo conhecimento ganhe asas e os leve tão longe quanto possível...
Deixamos aqui um pequeno vídeo de apresentação do espaço desta nossa nova Biblioteca, aproveitando para agradecer a todos os que contribuiram para que ela se tornasse uma realidade.
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
MIBE 2018
Outubro é o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares. Este ano o mote é: Por que adoro a Biblioteca Escolar? Esta é a pergunta que iremos colocar aos nossos leitores para saber o que pensam das nossas Bibliotecas.
Para já, aqui fica o nosso cartaz.
Dia Mundial da Música
O Dia Mundial da Música comemora-se a 1 de outubro. Esta data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma instituição fundada em 1949 pela UNESCO, com os seguintes objetivos: promover a arte musical em todos os setores da sociedade; divulgar a diversidade musical; aplicação dos ideais da UNESCO como a paz e amizade entre as pessoas, a evolução das culturas e a troca de experiências.
Para assinalar esta data sugerimos o filme Pedro e o Lobo, realizado por Suzie Templeton, a partir da obra do compositor russo Sergei Prokofiev.
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Bom Regresso
Com o início de um novo ano letivo, as Bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Valadares não poderiam deixar de desejar a toda a comunidade educativa um percurso repleto de descobertas e sucessos.
Aguardamos a vossa visita!
Publicamos aqui um curto vídeo que mostra o trabalho realizado nas nossas Bibliotecas, no ano letivo anterior.
Aguardamos a vossa visita!
Publicamos aqui um curto vídeo que mostra o trabalho realizado nas nossas Bibliotecas, no ano letivo anterior.
terça-feira, 17 de julho de 2018
Projeto aMAR ler - Balanço 2017/2018
Aqui fica o balanço do projeto aMAR ler (2017/2018.)
Obrigada a todos os que colaboraram na sua implementação e desenvolvimento!
Obrigada a todos os que colaboraram na sua implementação e desenvolvimento!
sábado, 30 de junho de 2018
Dia Mundial das Bibliotecas - 1 de julho
Um dia marcado para enaltecer a importância da leitura na educação e na formação das pessoas.
Ler_com_as_crianças de Recursos Biblioteca
A leitura tem inúmeros benefícios e, se for partilhada, torna-se ainda mais especial.
No Dia Mundial das Bibliotecas, aproveitem para ler...
No Dia Mundial das Bibliotecas, aproveitem para ler...
segunda-feira, 21 de maio de 2018
Concurso de Poesia Interescolas de Gaia - 2018
Já são conhecidos os resultados da 2.ª fase do Concurso de Poesia Interescolas de Gaia. Divulgamos os premiados do nosso Agrupamento. Parabéns a estes e a todos os que participaram!
quarta-feira, 16 de maio de 2018
À conversa com... a Rádio Nova
No
passado dia 9 de maio, a Escola Básica de Valadares recebeu três profissionais da rádio, para
participarem numa atividade promovida pela Biblioteca e integrada na Semana dos
Media e na Semana das Línguas. Manuel Costa Leal, jornalista, César Nóbrega e
Sérgio Sousa, animadores da Rádio Nova, estiveram à conversa com alunos de
diversas turmas, tendo também respondido às várias questões colocadas pelos
participantes. Foi uma sessão muito animada e proveitosa, à qual não faltou o
humor, que dificilmente será esquecida!
terça-feira, 15 de maio de 2018
terça-feira, 8 de maio de 2018
Comemoração do dia do Sol - 3 de maio
Como é já habitual, o nosso
Agrupamento comemorou o Dia do Sol, no âmbito do Projeto de Educação para a
Saúde.
No dia 3 de maio, na Biblioteca
da Escola Básica de Valadares, teve lugar uma sessão com a Dr.ª Natividade
Rocha, médica dermatologista do Centro Hospitalar de Gaia.
De 30 de abril a 8 de maio, estiveram em exposição
chapéus produzidos pelos alunos, para que todos pudessem votar no seu
preferido.quarta-feira, 2 de maio de 2018
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Concurso Nacional de Leitura - Fase Concelhia
Realiza-se, hoje, a fase concelhia do Concurso Nacional de Leitura, no qual participam três alunos do nosso agrupamento:
Helena Felizes, Helena Ferreira e Jorge Lin.
Boa sorte!
terça-feira, 27 de março de 2018
segunda-feira, 26 de março de 2018
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