sábado, 23 de abril de 2022

Dia Mundial do Livro

As turmas do 5.º M, 6.ºH, 6.ºI e 6.ºJ participaram no projeto interdisciplinar intitulado “Dodecaedro com histórias”, no âmbito das disciplinas de Português, Matemática, Educação Visual e TIC. Esta atividade consistiu na apresentação do livro, que leram nas aulas para o Projeto “10 minutos a ler”, num dodecaedro.

Na aula de Matemática e Educação Visual, os alunos desenharam e recortaram doze pentágonos dentro de um círculo; em Educação Visual desenharam a capa do livro, uma capa diferente, escreveram o seu nome em letra 3D e pintaram alguns pentágonos. Em Português, preencheram os outros nove pentágonos com a personagem principal, as personagens secundárias, o autor, outros livros do autor, um acróstico, uma carta, um final diferente para a história, o resumo e a parte que mais gostaram. Numa aula de TIC pesquisaram sobre a vida do autor.



 

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Dia Mundial da Terra

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O Dia da Terra é comemorado anualmente a 22 de abril. Igualmente designado de Dia do Planeta Terra ou Dia da Mãe Terra, reconhece a importância do planeta e alerta todos os habitantes para a importância e a necessidade de preservar os recursos naturais do mundo e é hoje celebrado em mais de 190 países, com a participação de cerca de mil milhões de pessoas que manifestam o seu compromisso com a proteção e a necessidade de preservar os recursos naturais, o ambiente e a sustentabilidade da Terra. 

A data comemorativa com o tema - Investir no planeta - alerta para o momento de mudar — o clima empresarial, o clima político e a forma como tomamos medidas no que respeita ao clima. Agora é o momento de preservar e proteger a nossa saúde, as nossas famílias, os nossos meios de subsistência, procurando investir na defesa do planeta. Porque um futuro verde é um futuro próspero.

O dia é, assim, dedicado a alertar para a necessidade de promover um desenvolvimento sustentável enquanto fator fundamental para a qualidade de vida das futuras gerações.​

As comemorações do Dia da Terra tiveram lugar pela primeira vez nos Estados Unidos, no dia 22 de abril de 1970, promovidas pelo senador americano Gaylord Nelson (1916-2005), que organizou um fórum ambiental que envolveu cerca de 20 milhões de participantes. Fonte

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quinta-feira, 21 de abril de 2022

Apontamentos da História: Carta da Guerra

 Olá família e amigos,

Aqui a guerra está a decorrer muito mal. Estão a morrer muitas pessoas e a maior parte delas estão feridas.

 Aqui nas trincheiras nós fazemos buracos e usamos sacos de areia para nos protegermos dos tiros dos adversários.

 Usamos um fato com uma máscara. Os soldados cumprem turnos, levamos mochilas muito pesadas, com algumas coisas, como por exemplo um baralho de cartas ou tabaco. As cartas servem para jogarmos quando estivermos no turno de descanso. 

 Comigo está tudo a correr bem. Ainda não fui ferido e espero que não o seja…

Tenho muitas saudades vossas e espero em breve vos poder abraçar a todos.


                                                                                                                           Até breve,

                                                                                                                        Tiago Guimarães


segunda-feira, 18 de abril de 2022

Apontamentos da História: Carta à Família

 Olá Família,

Estou na guerra há já algum tempo e esta difícil viver aqui. 

Tenho pouca comida e os meus equipamentos, cheios de buracos, não funcionam, por isso, tenho medo de que lancem algum gás e eu morra.

Não sei como ainda estou vivo ou ainda não. Enlouqueci. Dos soldados que vieram comigo já se suicidaram ou morreram mais de metade. 

Esta luta já dura há 3 anos e nenhum de nós quer estar nesta guerra. 

Além do cheiro dos cadáveres que traz uma má sensação, alguns dos corpos que aqui estão são de amigos. 

Por falar em amigos, eu já fiz alguns aqui, como o Manuel, que sempre fala da sua vida e do que vai fazer quando sair daqui.

Espero sair rápido deste local e desculpem pela carta curta, pois não tenho tempo de escrever neste lugar horrível. 


                                                                                        Um até já… com muitas saudades

                                                                                                Diogo Almeida


sábado, 16 de abril de 2022

Apontamentos da História

Olá, Família,

São 8h da manhã e estou a começar o meu turno do dia. 

Já esteve sol… já choveu… já vi um arco-íris... Já houve de tudo desde que a guerra começou.

Não posso sair da trincheira, por causa dos inimigos que estão sempre a atacar. 

Já houve muitas pessoas que tentaram fugir. Quem não conseguiu foi apanhado e quem conseguiu não pôde voltar para casa ou andar pelas ruas, se não ia ser descoberto e preso por ter desertado.

Quando chove nas trincheiras, no máximo, a água chega até á altura dos joelhos. 

Já não janto em condições há uma semana, que foi quando me chamaram para a guerra. 

Espero que a guerra acabe o mais rápido possível…

                                                                                                  Tenho tantas saudades vossas!

                                                                                                        Leonor Ribeiro (6º G) 


sexta-feira, 15 de abril de 2022

Dia Mundial da Arte


O Dia Mundial das Artes celebra-se a 15 de abril em todo o mundo. Trata-se de uma comemoração recente, aprovada em 2012 pela IAA (International Art Association). O objetivo desta comemoração é promover a atividade artística em todo o mundo. Este dia foi escolhido por ser a data de nascimento de Leonardo da Vinci, um dos maiores génios artísticos de todos os tempos. Fonte

domingo, 3 de abril de 2022

No Dia Mundial do Rato...

 

                  

Sugestão de Leitura


Uma história que devolve o poder da imaginação às crianças e lhes mostra o valor dos livros e da amizade. Quando a Internet se desliga, quantos mundos podemos descobrir? A Bia adorava os seus gadgets - adorava-os com paixão. Só queria telemóveis e tablets.

Mas parar? Isso é que não. Até que um dia… Oh, não! O Wi-fi deixou de funcionar! E agora, como é que a Bia vai ocupar os seus tempos livres? Mas, com a ajuda de um novo amigo e de um gatinho curioso, a Bia vai descobrir a magia dos livros e a melhor app de... 

Fonte

sábado, 2 de abril de 2022

Dia Internacional do livro Infantil: Desafio


Passatempo para os mais novos

DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL E JOSÉ SARAMAGO 

José Saramago, que nasceu há 100 anos, escreveu um livro intitulado "A Jangada de Pedra".
Esse livro contava que, na sequência de um tremor de terra, que nenhum sismógrafo registou, abriu-se uma fenda enorme ao longo da fronteira entre Espanha e França. Aos poucos, a Península Ibérica separou-se do continente europeu e partiu à deriva no Atlântico, como uma gigantesca jangada de pedra. Portugueses e espanhóis viram então o seu quotidiano abalado por essa nova realidade.

Imagina que, tal como as personagens de Saramago, te separas de repente do resto do mundo e partes à deriva no mar, em cima de um livro que permite todos os sonhos. Que viagem seria essa? Que destino quererias para “a tua jangada”?
Envia um email para dsl@dglab.gov.pt até ao fim de abril e conta-nos a tua viagem imaginária. Aos melhores textos serão oferecidos livros. Fonte

quinta-feira, 31 de março de 2022

Março

No último dia de Março, partilhamos  o poema "Março", escrito por Alice Neto de Sousa que, a convite da Comissão para as Comemorações dos 50 anos do 25 de abril,  criou um poema original sobre a democracia. Fonte

terça-feira, 29 de março de 2022

A cor do meu medo


 "A Cor do Meu Medo" é o nome do novo livro digital desenvolvido pela empresa Betweien, com o propósito de sensibilizar as crianças para o recente conflito europeu - A Guerra na Ucrânia. O ebook encontra-se disponível aqui.

Pintar o Mundo é o nome da música que acompanha o ebook.

         

sexta-feira, 25 de março de 2022

Ler em vários sotaques



Para comemorar o Dia Mundial da Língua Portuguesa, que se festeja no dia 5 de maio, o PNL2027 lança a iniciativa Ler em vários sotaques, com o intuito de valorizar a diversidade de pronúncias existente nas diferentes regiões do País ou noutros países e culturas.

O PNL2027 recupera, assim, a ideia da leitura em voz alta em diferentes sotaques concretizada na primeira fase do PNL, dando, simultaneamente, continuidade ao convite para a realização de podcasts do ano anterior. 

Os AE/ENA, os Centros Qualifica, as Bibliotecas Escolares, Municipais e do Ensino Superior, as Associações Culturais e Artísticas e demais interessados, todos são convidados a criarem podcasts de leitura de textos literários em língua portuguesa com vários sotaques, a publicar no portal e nas redes sociais do PNL2027 no dia 5 de maio de 2022.

Para participar nesta iniciativa, basta enviar até ao dia 17 de abril, por email, um ficheiro áudio em formato WAV, WMA, AAC ou MP3 (máximo: 3 minutos), com a gravação do texto, indicando, no seu início, o autor e o título da obra a que pertence. No email, deverá referir-se o nome do leitor, a idade e o país / região de origem.

O endereço de email para o envio dos ficheiros áudio é: dialinguaportuguesa@pnl2027.gov.pt Fonte

Celebra o 5 de maio com o teu sotaque. Participa!


 

quinta-feira, 24 de março de 2022

Dia Nacional do Estudante



O Dia Nacional do Estudante comemora-se anualmente no dia 24 de março.

Este dia foi promulgado pela Assembleia da República Portuguesa em 1987.

Além de um dia de comemoração, este é um dia de luta e de homenagem, já que a data é celebrada pelo movimento estudantil nacional, de forma a relembrar as dificuldades e obstáculos que os estudantes enfrentaram nas décadas de 60, aquando da crise académica vivida em Portugal. Fonte

quinta-feira, 17 de março de 2022

Sugestão de Leitura: Eu falo como um rio


"E se, sempre que tentasses falar, as palavras ficassem encravadas no fundo da tua boca? Baseado na sua própria experiência, o poeta Jordan Scott descreve, neste livro inspirador, a história de um menino que gagueja. «Quando as palavras que me cercam são difíceis de dizer, penso no rio indomável.»

Sydney Smith, vencedor da Medalha Kate Greenaway, entre outros prémios de grande prestígio, e autor de Ser Pequeno na Cidade, ilustrou magistralmente este texto poderoso e intimista. Este é um livro para quem se sente diferente, solitário ou incapaz de se integrar.

Livro intimista e poético, em que o autor conta a sua própria história, com ilustrações expressivas que acrescentam informação, como uma dupla narrativa. História comovente que aborda a questão da gaguez e todas as suas implicações emocionais, mas que termina com um final de superação." Fonte

quarta-feira, 16 de março de 2022

Dia da LIberdade de informação

O Dia da Liberdade de Informação ocorre anualmente a 16 de março.

A data celebra-se no dia do nascimento de James Madison, presidente norte-americano considerado o “pai da Constituição” dos Estados Unidos da América.

A liberdade de informação é um direito de acesso à informação detida por governos e organismos públicos e é uma extensão da liberdade de expressão, como é reconhecido pela Resolução 59 da Assembleia Geral das Nações Unidas, pelo artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, pelo Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos e pela Convenção Americana sobre os Direitos Humanos.

A liberdade de informação também pode ser entendida como a liberdade de privacidade no contexto da internet e das tecnologias de informação ou o direito à propriedade intelectual e aos direitos de autor. Fonte

segunda-feira, 14 de março de 2022

Workshop de Marionetas e Fantoches

A professora Teresa Miranda partilhou a sua sabedoria e a sua coleção de marionetas e fantoches com os alunos da Escola Básica de Vila Chã. Os alunos ficaram maravilhados. Obrigada professora Teresa!



quinta-feira, 10 de março de 2022

Resultado do Concurso Nacional de Leitura: Fase Municipal

 


Para refletir: Uma margarida diferente

Era uma vez um jardim enorme e maravilhoso! Ele era cheio de margaridas. Margaridas brancas, todas elas margaridas brancas. E eram tantas que, por mais que você olhasse o jardim, não dava para enxergar onde terminava.

As margaridas ali viviam em constante festa. Eram muito felizes e se achavam as flores mais lindas do mundo! Na verdade, elas nem sabiam da existência de outras espécies e cores, acreditavam que eram as únicas e, por isso, as mais belas.

Até que um dia, algo inesperado aconteceu. Não sei como, nem porque, simplesmente aconteceu sem ninguém explicar. É que ali, bem no meio de todas essas margaridas brancas, outra margarida nasceu.

E o que tem de tão inesperado nisso? Nascer uma margarida é a coisa mais normal do mundo, acontece todo o dia. Mas a margarida que nasceu não era como as outras. Era uma margarida amarela.

E mal brotou na terra, já se viu cercada de flores assustadas, com olhos arregalados que pareciam querer fuzilar a pobrezinha.

No início achou que esta era a forma que elas recebiam as flores que chegavam, e meio desajeitada com a situação, sem saber o que dizer, apenas sorriu.

O silêncio foi geral. As margaridas brancas nunca tinham visto essa novidade. Margarida amarela… na certa, alguma coisa estava errada.

Foi aí que começaram as explicações:

— Calma, gente, vai ver que ela nasceu com aquela doença, a febre amarela. Daqui a uns dias ela melhora, volta à cor normal! Por isso, acho melhor ninguém se aproximar, pode ser uma doença grave.

As margaridas na mesma hora se afastaram, não queriam ser contaminadas.

A pequena margarida amarela não entendia nada. Por que as outras da sua espécie não queriam conversar com ela nem se aproximavam?

— Já sei — disse outra. — Quem sabe, quando ela estava para nascer, algum bicho fez cocô em cima dela, por isso ela está assim, meio amarelada. Eca!

— Ela pode ter queimado no sol, torrado e ficado desse jeito, meio desbotada — falou mais outra.

Cada margarida branca tentava arrumar uma explicação para a cor amarela da margarida.

Mas o tempo foi passando e a margarida amarela continuava amarela e cada vez mais sozinha. Chorava toda noite, baixinho, com coração apertado; sofria, por não ter com quem conversar, com quem brincar. Ela só não sabia o que fazer para ser como as outras.

Até que uma noite, teve uma ideia. Perguntou a um passarinho que voava por ali, se existia alguma maneira de ela ficar como as outras, branquinha, branquinha.

— Que tal se eu pintasse você? — perguntou o passarinho.

A margarida amarela achou ótima a ideia. Afinal, era o único jeito de ser aceita e querida pelas outras margaridas.

Naquela noite mesmo, enquanto as margaridas brancas dormiam, o passarinho levou um balde de tinta branca e pintou a margarida amarela todinha de branco. Ela achava a cor amarela muito mais bonita, mais alegre, mas sabia que, se quisesse ficar naquele jardim, ter amigas, precisava ser branca, igual às outras.

Quando as margaridas acordaram, levaram o maior susto! A margarida amarela tinha se transformado em branca!

— Tá vendo, eu bem que disse que com o tempo ela iria clarear, era só uma doença passageira! — disse uma margarida branca.

— Que nada, ela deve ter tomado um banho enquanto dormíamos e tirou todo aquele cocô de cima dela — disse outra margarida.

A margarida amarela, agora branca, sorriu. Aliviada, por ser como as outras, agora se sentia parte do grupo.

Foi a partir desse dia que as outras margaridas começaram a olhar para ela, dirigir-lhe a palavra e até chamá-la para brincar. A pequena margarida se esforçava para falar, para se divertir, mas, por mais que tentasse, não conseguia ficar à vontade, feliz de verdade! Era como se tivesse que fingir ser algo que não estava dentro dela. Como é difícil ser igual às outras, quando você nasceu para ser diferente…

Mas em pouco tempo a margarida, agora branca, conquistou todo o jardim, tinha sempre um sorriso a oferecer. Brincar? Era com ela mesma; cuidadosa, criativa e carinhosa, conseguiu fazer muitas amizades por ali.

No entanto, você já deve ter ouvido falar que mentira tem perna curta e, por isso, não dura para sempre. Aconteceu que um dia uma tempestade forte caiu no jardim. Era água que não acabava mais. O vento soprava com força, as margaridas se seguravam uma nas outras para não serem levadas. E o vento ventava e levava para o alto pedaços de folhas, galhos, flores caídas no chão… e levou também a cor branca da margarida amarela.

No dia seguinte, quando tudo voltou ao normal, ao ver a margarida amarela de novo, as outras margaridas ficaram assustadas, tentaram se afastar, não conversaram com ela. Mas a margarida amarela já havia conquistado o coração de todas as flores, e então as margaridas brancas perceberam que a cor amarela não era um problema, quando comparada ao enorme coração que ela possuía.

A margarida amarela ficou tão feliz, por ser aceita como era, que seus olhos derramaram lágrimas de tanta felicidade, e ela tentava despistar.

E foi então que aconteceu um milagre. As lágrimas de felicidade, caídas na terra fofinha, fizeram brotar um monte de outras margaridas, todas amarelas.

Hoje o jardim continua enorme e maravilhoso. Mas agora, as margaridas são brancas e também amarelas.

Quem passa por aqui percebe rápido o quanto o jardim se mostra mais alegre, vivo, lindo. Afinal, a diferença torna o mundo mais bonito!


123-contos-de-uma-vez-35-m

Rúbia Mesquita

1,2,3 Contos de uma vez

Belo Horizonte, MG; Umi Duni Editora, 2009


quinta-feira, 3 de março de 2022

Sugestão de Leitura

Prémio Melhor Ilustrador Estrangeiro no Amadora BD 2018Capuchinhos vermelhos há muitos, mas este é um capuchinho destemido e não vai deixar-se engolir pelo maldito lobo!
Com ilustrações de traço minimal, Marjolaine Leray recria este conto tradicional de forma inesperada e acrescenta-lhe um humor muito especial que irá deliciar miúdos e graúdos. Fonte