quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
terça-feira, 15 de fevereiro de 2022
Apontamentos da História
Chamo-me general Massena, fui comandante de muitas
batalhas importantes, tendo sido por isso escolhido por Napoleão para comandar
a terceira invasão a Portugal no ano de 1810.
Eu e os meus soldados entramos por Almeida, cidade
fronteiriça entre Portugal e Espanha. Eram cerca de 65000 soldados comandados
por mim.
O destino era Lisboa, mas fomos interceptados pelas
forças luso-britânicas, comandadas por Arthur Wellesley, futuro duque de
Wellington, que evitou que eu e as minhas tropas chegássemos a Lisboa. Fomos
derrotados na Batalha do Buçaco em 27 de Setembro de 1810, mas não desistimos! Reagrupei as minhas tropas e continuamos a marcha.
No caminho para Lisboa, fomos surpreendidos por um sistema de fortificações em Torres Vedras, que tinha sido edificado para o caso de algo não correr como planeado. Os portugueses estariam preparados!
Como não
conseguimos ultrapassar essas fortificações, houve uma rebelião entre os meus
oficiais, devido às condições existentes: fome, chuva, frio e doenças. Decidi
sair em retirada na noite de 15 de novembro, a coberto do nevoeiro, tendo
deixado bonecos de palha no lugar dos soldados, no entanto fomos perseguidos
pelas forças aliadas. Houve mais combates e só abandonamos Portugal no dia 5 de
abril de 1811.
Rafaela, 6.ºL
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022
Apontamentos da História: Quem sou?
Sou a filha mais velha de D. Pedro lV.
Tenho um tio chamado Miguel.
Sou filha de Maria Leopoldina de Áustria.
Comecei a reinar no dia 2 de maio de 1826.
Fui a segunda rainha reinante de Portugal.
Eu fiquei conhecida pelo cognome de "a Educadora".
Nasci dia 4 de abril no Rio de Janeiro em 1819.
Morri no dia 15 de novembro do ano de 1853 em Lisboa.
Eu sou uma Monarca portuguesa. Quem sou eu? (Prime a imagem e encontrarás a solução)
Mariana Ribeiro, 6.ºG
domingo, 13 de fevereiro de 2022
Apontamentos da História
Sou conhecido por D. João VI, O Clemente, mas o meu nome completo é João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança. Nasci a 13 de maio de 1767, no Palácio Real de Queluz em Lisboa.
Fui rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves de 1816 a 1822. Vivi num período tumultuado, o meu reinado nunca conheceu paz duradoura, ora era a situação portuguesa ou a europeia a degenerar, ora era a brasileira.
Não esperara vir a ser rei, só ascendi à posição de herdeiro da coroa pela morte de meu irmão mais velho, D. José. Assumi a regência quando a minha mãe, a rainha D. Maria I de Portugal, foi declarada mentalmente incapaz. Fui obrigado a fugir de Portugal quando as tropas napoleónicas invadiram o país, no Brasil enfrentei revoltas liberais. Perdi o Brasil quando o meu filho D. Pedro proclamou a independência desse território, e vi o meu outro filho, D. Miguel, revoltar-se contra a minha majestade pessoa.
Provou-se que morri envenenado, a 10 de março de 1826.
João Lopes, 6.ºG
Dia Mundial da Rádio
No Dia Mundial da Rádio, disponibiliamos um recurso em que a informação está na música que sai do nosso rádio. Encontra-a.
sábado, 12 de fevereiro de 2022
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
terça-feira, 8 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
domingo, 6 de fevereiro de 2022
Sugestão de Leitura
sábado, 5 de fevereiro de 2022
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
Bartolomeu Dias
A 3 de fevereiro de 1488, uma armada composta por duas caravelas e uma naveta de mantimentos, capitaneada pelo navegador português Bartolomeu Dias, ultrapassa o Cabo das Tormentas (atual Cabo da Boa Esperança) e desembarca em Mossel Bay, tornando-se os primeiros europeus a atingir este lugar, a que deram o nome de Aguada de São Brás.
Esta armada havia partido de Lisboa em agosto de 1487, por ordem do rei português D. João II de quem Bartolomeu Dias fora escudeiro. Havia navegado ao longo da costa ocidental de África até atingir o sul do continente africano, na procura de um caminho marítimo para a Índia. Fonte
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022
Calão do Norte
terça-feira, 1 de fevereiro de 2022
segunda-feira, 31 de janeiro de 2022
Dia ao Contrário
O Dia ao Contrário ocorre anualmente a 31 de janeiro.
Este é um dia de fazer tudo ao contrário. O objetivo é abanar a rotina do quotidiano e libertar a mente da prisão da normalidade.
A data como é hoje celebrada tem origem nos Estados Unidos da América (o popular dia Backward Day), mas em várias culturas espalhadas pelo mundo já se registava no passado um dia onde as regras eram viradas ao contrário por um dia, tornando-se o ilegal legal e o proibido permitido.
Na Roma Antiga, por exemplo, festejava-se a Saturnália em dezembro, uma festa onde se viraram as normas do avesso por um dia, com os senhores a servirem os escravos à mesa e com o jogo a ser permitido. Fonte
domingo, 30 de janeiro de 2022
Dia Escolar da Não Violência e da Paz
sábado, 29 de janeiro de 2022
sexta-feira, 28 de janeiro de 2022
quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
quarta-feira, 26 de janeiro de 2022
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
A Viúva e o Papagaio
Virginia Wolf nasceu a 25 de janeiro de 1882. Para assinalar a data partilhamos um recurso. Para aceder primam na imagem.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2022
Dia Internacional da Educação
O direito à educação gratuita e obrigatória está consagrado no artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
A educação é a chave para o desenvolvimento sustentável. Quando adotou a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável em setembro de 2015, a comunidade internacional reconheceu que a educação é essencial para o sucesso de todos os 17 objetivos. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4, em particular, visa “garantir uma educação de qualidade inclusiva e equitativa e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos” até 2030.
A educação oferece às crianças uma escada para sair da pobreza e um caminho para um futuro promissor. Mas cerca de 258 milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo não têm a oportunidade de ingressar ou concluir a escola. 617 milhões de crianças e adolescentes não sabem ler e fazer contas básicas. O seu direito à educação está a ser violado e tal é inaceitável.
Sem educação de qualidade inclusiva, equitativa e oportunidades ao longo da vida para todos, os países não conseguirão alcançar a igualdade de género e quebrar o ciclo de pobreza que deixa milhões de crianças, jovens e adultos para trás.
Neste dia lembramos o discurso de Malala para a educação.
domingo, 23 de janeiro de 2022
sábado, 22 de janeiro de 2022
sexta-feira, 21 de janeiro de 2022
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
Livro Digital: O meu espelho da Saúde Oral
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022
Miguel Torga
A 17 de janeiro de 1995, morre, em Coimbra, o escritor português Miguel Torga, nome literário do médico Adolfo Correia da Rocha.
Proposto várias vezes para o Prémio Nobel da Literatura, a sua vasta obra abrange a poesia, o romance, o teatro, o conto, as crónicas de viagem e as memórias.
Entre os seus textos mais conhecidos estão Os Bichos (1940), Odes (1946) e os 16 volumes do seu Diário, abrangendo o período entre 1941 e 1993.
Ganhou o Prémio Internacional de Poesia (1977), o Prémio Montaigne (1981) e o Prémio Luís de Camões (1989). Fonte
domingo, 16 de janeiro de 2022
Livros com História
sábado, 15 de janeiro de 2022
sexta-feira, 14 de janeiro de 2022
Lewis Carroll e Alice no País das Maravilhas
Para assinalar a data da morte de Lewis Carroll, recuperamos o desafio sobre uma das suas obras mais conhecidas " Alice no País das Maravilhas".
quinta-feira, 13 de janeiro de 2022
Iniciação à Leitura: Livros Digitais
O PNL2027 e o EDULOG criaram três livros digitais escritos apenas com palavras compostas por conjuntos de grafemas-fonemas, correspondentes aos progressos nas primeiras etapas de aprendizagem da leitura, permitindo às crianças do 1.º ano de escolaridade ler autonomamente estas histórias e desenvolver a motivação para ler mais e melhor.
Cada história, escrita por Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e ilustrada por Nuno Feijão, diz respeito a um patamar de leitura, de acordo com as associações som(s)-letra(s) que as crianças vão sendo capazes de fazer. Visitar aqui.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2022
Sugestão de Leitura
Todos nascemos com uma joia no nosso interior. É o nosso ser, o nosso verdadeiro eu, a nossa essência, o mais valioso que temos. Mas, à medida que vamos crescendo, o mundo incentiva-nos a olhar para fora e não para dentro, para as nossas necessidades, emoções e sentimentos. E é assim que nos vamos desligando de nós próprios.
Podemos passar a vida inteira à procura daquilo que um dia tivemos e perdemos. Podemos empreender o caminho da consciência, do crescimento pessoal, em que a motivação será encontrar respostas dentro de nós, mais do que procurá-las lá fora. Se cuidarmos da nossa essência e a cultivarmos, poderemos recuperar o nosso valor e autoestima perdidos e, perante as reviravoltas e as quedas que a vida nos apresente, nunca mais estaremos sozinhos, porque nos teremos, finalmente, a nós próprios. Fonte
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
Dia Internacional do Obrigado
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
sábado, 8 de janeiro de 2022
sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
D. Pedro e D. Inês
D. Inês de Castro foi morta a 7 de janeiro de 1355. Quem foi D. Inês?
Pedro e Inês viveram uma das mais belas e trágicas histórias de amor em Portugal.
Pedro era filho do rei Afonso IV. Como sucedia com a maioria dos príncipes herdeiros, a sua esposa não era escolhida pelo próprio mas sim pelos conselheiros do monarca, de acordo com os interesses do Reino. Para esposa de Dom Pedro é escolhida D. Constança, pertencente à nobreza de Castela.
Quando D. Constança acompanhada das suas aias chega a Portugal, uma dama se destaca entre todas elas pela sua beleza: a galega Inês de Castro. D. Pedro imediatamente se apaixona, esperando secretamente que fosse ela a sua futura mulher. Infelizmente, tal não sucede e Dom Pedro tem de casar com D. Constança por quem não nutria especial afeição.
Inês também se apaixona por Dom Pedro mal o vê e, a partir daquele momento, um grande amor surge entre ambos. Fonte
quinta-feira, 6 de janeiro de 2022
quarta-feira, 5 de janeiro de 2022
O Quarto Rei Mago
Deserto adentro viajam os magos… montados nos seus
camelos através da escuridão da noite.
— Vejam, estamos a ser guiados por aquela estrela! —
exclamou o primeiro.
— Guiados ao encontro de um rei — concordou o
segundo.
— O Rei do Céu e da Terra — acrescentou o terceiro.
Havia um outro homem que viajava com eles.
— Quem me dera ser tão sábio como os meus
companheiros — disse para si próprio. — Ter-me-ia inteirado melhor sobre a
razão da nossa viagem antes de termos partido.
— A minha prenda está escondida no alforge — murmurou
o primeiro.
— A minha vem atada ao cinto — respondeu o segundo.
— E eu trago a minha cosida entre as pregas da túnica
— acrescentou o terceiro.
O quarto homem olhou para eles com tristeza.
— Ainda não encontrei uma prenda digna daquele rei —
lamentou-se. — Continuo à procura.
— A minha prenda é ouro, porque o rei é poderoso —
declarou o primeiro.
— A minha é incenso, porque as orações do rei
chegarão a Deus que está no Céu — anunciou o segundo.
— E a minha é mirra, porque o rei será muito famoso
em vida mas sê-lo-á ainda mais após a morte — declarou o terceiro.
O quarto homem baixou os olhos.
— Eu nem sequer sei que prenda lhe hei-de dar —
suspirou.
Os quatro homens continuaram o caminho pela noite
fora, prosseguindo uma viagem que iria prolongar-se por muitos dias e muitas
noites.
Por fim, a estrela que os conduzia ficou imóvel no
céu nocturno, pairando sobre uma humilde habitação.
— Que lugar tão estranho para um rei — admirou-se o
primeiro homem.
— A estrela mostra claramente que estamos no sítio
certo — respondeu o segundo.
— Vamos então entrar e oferecer as nossas prendas —
disse o terceiro.
O quarto homem ficou à espera do lado de fora.
— Posso ir buscar água para os camelos — disse para
si próprio — já que não encontrei uma prenda digna do rei que está lá dentro.
Deslocou-se até ao poço e encheu um cântaro com água.
Como era muito pesado, pousou-o no chão por um instante.
Foi então que descobriu uma coisa maravilhosa, e
inclinou-se sobre o cântaro para a ver melhor.
— A estrela — disse ele. — A estrela que está no céu,
está também no meu cântaro velho e gasto.
Ficou a olhar para ela maravilhado, durante um
momento, e a seguir soltou uma sonora gargalhada.
— É isto que vou levar ao rei — disse — a luz do Céu
reflectida na água do meu cântaro.
Milagrosamente, a estrela continuou a brilhar no
cântaro, fazendo sorrir o Rei-Menino.
Lois Rock (org.)
Contos e Lendas da tradição cristã
Lisboa, Editorial Verbo, 2006
terça-feira, 4 de janeiro de 2022
Dia Mundial do Braille
O que é o Braille?
É um sistema baseado em 6 pontos em alto relevo, dispostos em duas colunas de 3 pontos cada que, combinados entre si, resultam em 64 combinações /símbolos e permitem responder às diversas necessidades de representações escritas, como o alfabeto, a matemática ou a música. Estes seis pontos são designados por Célula Braille e estão numerados de acordo com a posição em que se encontram. Assim, temos: na coluna da esquerda, de cima para baixo, os pontos 1, 2 e 3; na coluna da direita, também de cima para baixo, os pontos 4, 5 e 6.
O Braille é uma língua?
Não falamos Braille; portanto o Braille não é uma língua. Trata-se de um código que pode ser aplicado às diferentes línguas, permitindo às pessoas com deficiência visual ler e escrever num determinado idioma.
Deste modo, temos - por exemplo - o código Braille aplicado à língua portuguesa. Fonte
