Algumas turmas do 2.º ciclo estiveram na biblioteca para ouvir o conto "A árvore" de Sophia de Mello Breyner Andresen e realizar um quiz sobre o mesmo. São sempre momentos enriquecedores.
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Algumas turmas do 2.º ciclo estiveram na biblioteca para ouvir o conto "A árvore" de Sophia de Mello Breyner Andresen e realizar um quiz sobre o mesmo. São sempre momentos enriquecedores.
O dia começou com a Hora do conto Online que envolveu vários grupo do EPE e do 1.º ciclo. A história partilhada foi "O menino que colecionava palavras". Após a leitura as nossas crianças contruíram uma nuvem de palavras com uma coleção especial...de palavras que podem fazer mudar o Mundo.
A Semana da Leitura "É a festa! Os atletas exibem as suas especialidades com fluidez e é um gosto observar. Mas para que pareça simples e fluido, muitas horas de treino suportam essa aparente facilidade, muitos momentos de desânimo surgiram durante o processo, muita resiliência foi necessário convocar.
Também para a leitura o treino e a resiliência são indispensáveis: só lendo muito e muitos textos de diferentes tipos, de diferentes extensões, de diferentes autores com diferentes propósitos, em suportes diversificados é possível adquirir a desejada aparente facilidade." Fonte
Assim, ao longo desta semana e da próxima, iremos diariamente, partilhar os momentos da nossa festa da leitura!
Texto elaborado pelo Pedro e pela Mafalda, 4JUN1
No dia 1 de novembro de 1755, como é habitual em todas as manhãs do fim de semana, fui com a minha família dar um passeio pela zona da baixa de Lisboa.
O dia estava diferente, cinzento e agitado. O mar parecia perturbado. Eram cerca das 9:40h da manhã quando as pessoas começaram a sentir o chão a tremer, eu comecei a ficar com medo ao ouvir os gritos das pessoas a pedir socorro.
Lembro-me de me virar e olhar em frente e ver uma onda gigante em direção a mim, aí senti que o terror tinha começado. Um forte tsunami tinha acabado de destruir milhares de casas e matar milhares de pessoas.
Lisboa nunca mais será a mesma! Eu tinha acabado de ficar sem nada e as pessoas gritavam e gritavam. Na minha cabeça não saía a voz de uma senhora já com os seus 80 anos aos gritos a pedir socorro, enquanto dizia que tinha perdido tudo aquilo que lutou durante a vida, e que já tinha perdido o marido, que era pescador e estava como todos os manhãs no mar a pescar.
Era de facto um cenário de terror, tristeza e medo.
Nesse dia, já quando a cidade estava completamente destruída e as pessoas sem os seus bens, lembro-me de pensar: “E agora para onde é que estas pessoas vão?”.
O dia 1 de novembro de 1755 vai ser sempre um dia com uma memória triste.
Lara 6.º B