domingo, 12 de março de 2023
Raúl Brandão
sábado, 11 de março de 2023
Apontamentos da História: O terramoto de 1755
Muita gente correu para a baixa de Lisboa, mas infelizmente uma onda gigante atingiu o local matando muitas e muitas pessoas… Além da onda gigante e do terramoto, por causa das velas acesas nas igrejas, houve imensos incêndios.
Como eu sou da nobreza, estava no meu palácio que, felizmente, era muito resistente. Após umas horas depois do terramoto, o Marquês de Pombal disse de imediato para socorrerem os vivos e enterrarem os
mortos, ordenou aos guardas que ficassem de vigilância nos locais mais importantes, prevenindo que alguém se aproveitasse da desgraça da cidade. Como ela estava toda destruída, retirou o lixo e entulhos das ruas de Lisboa. Além disto, resolveu criar um plano de reconstrução dacidade com a ajuda de Eugénio dos Santos, Manuel da Maia e Carlos Madel.
Leonor Rafael, 6.ºB
sexta-feira, 10 de março de 2023
Apontamentos da História: O Terramoto de 1755
Todas as pessoas estavam preocupadas pois nunca tinha acontecido nada assim. Então eu disse-lhes:
-Acalmem-se e não tenham medo, pois será pior!
Não adiantou de nada porque alguns segundos depois começaram a cair pedaços da estrutura do teto. Então aí foi o caos total. Quando eu achava que nada podia piorar, deparo-me com um tsunami enorme quando estava a sair da igreja.
Imediatamente, pensei em fugir para o ponto mais alto da cidade. Enquanto estava a fugir vi várias pessoas mortas e feridas, mas também pessoas preocupadas e sem saber o que fazer.
Disse-lhes para me seguirem, mas nem todas conseguiram-me ouvir devido à confusão. Durante o caminho também encontrei outros membros do clero e pedi-lhes para me ajudarem a reunir o máximo de pessoas possível. Até chegarmos ao ponto mais alto da cidade acabaram por morrer algumas pessoas, mas grande parte, apesar de estar ferida, conseguiu sobreviver.
Leonor Ferreira, 6.º D
quinta-feira, 9 de março de 2023
Apontamentos da História: Terramoto de 1755
No dia 1 de novembro de 1755, como é habitual em todas as manhãs do fim de semana, fui com a minha família dar um passeio pela zona da baixa de Lisboa.
O dia estava diferente, cinzento e agitado. O mar parecia perturbado. Eram cerca das 9:40h da manhã quando as pessoas começaram a sentir o chão a tremer, eu comecei a ficar com medo ao ouvir os gritos das pessoas a pedir socorro.
Lembro-me de me virar e olhar em frente e ver uma onda gigante em direção a mim, aí senti que o terror tinha começado. Um forte tsunami tinha acabado de destruir milhares de casas e matar milhares de pessoas.
Lisboa nunca mais será a mesma! Eu tinha acabado de ficar sem nada e as pessoas gritavam e gritavam. Na minha cabeça não saía a voz de uma senhora já com os seus 80 anos aos gritos a pedir socorro, enquanto dizia que tinha perdido tudo aquilo que lutou durante a vida, e que já tinha perdido o marido, que era pescador e estava como todos os manhãs no mar a pescar.
Era de facto um cenário de terror, tristeza e medo.
Nesse dia, já quando a cidade estava completamente destruída e as pessoas sem os seus bens, lembro-me de pensar: “E agora para onde é que estas pessoas vão?”.
O dia 1 de novembro de 1755 vai ser sempre um dia com uma memória triste.
Lara 6.º B
domingo, 5 de março de 2023
Apontamentos da História: O Terramoto de 1755
sábado, 4 de março de 2023
Apontamentos da História: Terramoto de 1755
sexta-feira, 3 de março de 2023
Dia Internacional da Vida Selvagem
O objetivo deste dia criado em 2013 pela ONU é celebrar a fauna e a flora do planeta, assim como alertar para os perigos do tráfico de espécies selvagens animais.
Foi escolhido o dia 3 de março para esta efeméride já que foi neste dia, em 1973, que se verificou a CITES - Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção.
De acordo com a ONU, o tráfico de animais e a caça valem até 213 mil milhões de dólares por ano.
Este dia tenta relembrar o contributo das plantas e dos animais selvagens para o desenvolvimento sustentável e para o bem-estar em geral da humanidade, além dos perigos diários que a vida selvagem corre em diversas frentes.
quinta-feira, 2 de março de 2023
quarta-feira, 1 de março de 2023
terça-feira, 28 de fevereiro de 2023
Maior Sismo em Portugal do Século XX
Atingiu principalmente o sul de Portugal Continental e a região de Lisboa, embora tenha também sido sentido na região norte.
Este sismo teve epicentro no Oceano Atlântico, a sudoeste do Cabo de São Vicente (36.01º N, 10.57º W), com magnitude avaliada em 7,5 da Escala de Richter, sendo interpretado como resultado da compressão existente a sudoeste da Península Ibérica entre as placas Africana e Euroasiática.
A população entrou em pânico: inúmeras casas ficaram destruídas, pedras seculares de ameias de castelos tombaram no solo, houve quebras no fornecimento de eletricidade e as linhas telefónicas que conseguiram sobreviver intactas a este desastre ficaram tão sobrecarregadas que dificilmente se conseguia contatar os familiares.
O sismo provocou 13 vítimas mortais em Portugal. Fonte
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023
Maratonas de Cartas
Em janeiro, as turma da Escola Básica de Valadares participaram na atividade "Maratona de Cartas" da Amnistia Internacional, dinamizada pela Biblioteca Escolar em articulação com as disciplinas de Cidadania e Desenvolvimento, Educação Moral e Religiosa Católica e Tecnologias da Informação e Comunicação. Ao participar nesta atividade, os alunos mostraram-se interessados e empenhados em exercer o seu direito de cidadania.
domingo, 26 de fevereiro de 2023
Augusto Gil
A 26 de fevereiro de 1929, morre, na Guarda, Augusto César Ferreira Gil, advogado e poeta neoromântico nacionalista que viveu quase toda a sua vida na cidade da Guarda, colaborando e dirigindo jornais republicanos. Havia nascido em Lordelo do Ouro, Porto, a 31 de julho de 1873.
Publicou em 1913 um livro de crónicas (Gente de Palmo e Meio) e os seguintes livros de poesia: Musa Cérula (1894), Versos (1898), Luar de Janeiro (1909), O Canto da Cigarra (1910), Sombra de Fumo (1915), O Craveiro da Janela (1920), Avena Rústica (1927) e Rosas desta Manhã (1930).
A maioria dos antigos alunos da Instrução Primária sabia de cor o seu poema que a seguir partilhamos...
BALADA DA NEVE
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.
É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
- Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
duns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
depois, em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na Natureza
- e cai no meu coração.
Augusto Gil
sábado, 25 de fevereiro de 2023
Abolição da escravatura nos territórios sob administração portuguesa
Ao longo da história da humanidade, a escravatura foi uma prática utilizada com frequência, especialmente pelos povos conquistadores que detinham a propriedade dos povos subjugados.
Embora oficialmente a escravatura já tenha sido abolida em todo o mundo, em pleno século XXI ainda podemos encontrar casos que podem ser catalogados de escravidão, como a utilização de mão-de-obra oriunda principalmente de países de leste que trabalha em condições sub-humanas em explorações agrícolas.
Ainda recentemente, a comunicação social portuguesa referenciou um grupo de portugueses que trabalhava, em Espanha, em condições sub-humanas, bem próximas da escravatura.
Porém, quando se fala de escravatura, o nosso imaginário remete-nos, de imediato, para aqueles seres humanos oriundos de África, levados à força, sobretudo para o continente americano, como mão-de-obra para laborar nas Roças.
Infelizmente, Portugal, como o fizeram outros países colonizadores, foi esclavagista, conduzindo, através do mar, em condições sub-humanas milhares de indivíduos como se de mera mercadoria se tratasse. Só os mais aptos fisicamente conseguiam sobreviver às péssimas condições em que eram colocados nos porões dos navios.
Embora Portugal tenha sido o primeiro país do mundo a declarar oficialmente o fim da escravatura, a mesma continuou a subsistir nas colónias, por vezes de forma encapuçada, o que levou o governo português, a 25 de fevereiro de 1869, a decretar a abolição de todas as formas de escravatura nos territórios sob administração portuguesa.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023
Sugestão de Leitura
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
Boas notícias! Yasaman Aryani foi Libertada.
Hoje trazemos-lhe BOAS NOTÍCIAS!
Em 2019, esta ativista iraniana e a sua mãe, foram injustamente condenadas a 16 anos de prisão apenas por realizar manifestações pacíficas contra as leis abusivas e discriminatórias do uso forçado do véu no Irão – uma dessas ações, foi a distribuição de rosas brancas no metro de Teerão, no dia da mulher.
O caso de Yasaman Aryani reuniu, só em Portugal, mais de 50.000 assinaturas, que foram enviadas à Embaixada do Irão em Lisboa.
No passado dia 15 de Fevereiro, Yasaman Aryani e a sua mãe, saíram em liberdade!
O empenho e envolvimento dos nossos alunos contribuiu para fazer a diferença na defesa dos direitos humanos e para um Mundo melhor!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
Dia Internacional da Língua Materna
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023
domingo, 19 de fevereiro de 2023
sábado, 18 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023
Gago Coutinho
quinta-feira, 19 de janeiro de 2023
Eugénio de Andrade
A 19 de janeiro de 1923, nasce, na Póvoa de Atalaia (Fundão), o poeta português Eugénio de Andrade, pseudónimo de José Fontinhas.
Devido à separação dos pais, muda-se para Lisboa, onde frequenta o Liceu Passos Manuel e a Escola Técnica Machado de Castro.
Em 1936, escreve os seus primeiros poemas e, em 1940, publica, ainda com o seu nome verdadeiro, a sua primeira obra: Narciso.
Em 1943, muda-se para Coimbra. Nesta cidade, convive com Miguel Torga e Eduardo Lourenço que o incentivam a continuar a escrever.
Em 1947, inicia uma carreira de 35 anos como funcionário público, desempenhando funções de Inspetor Administrativo do Ministério da Saúde. Em 1959, no âmbito da sua carreira, muda-se para a cidade do Porto, onde viveria as restantes décadas da sua vida.
Em paralelo com a sua vida profissional, que certamente lhe ocuparia muitas horas, consegue escrever inúmeras obras poéticas e alguma prosa, convivendo, simultaneamente, com personalidades do mundo da cultura, embora sempre se retraindo a aparecer em grandes eventos sociais.
Como reconhecimento pela sua notável obra poética, traduzida para diversas línguas, foram-lhe atribuídos inúmeros prémios literários, tanto em Portugal como no estrangeiro, tendo ainda sido agraciado, pelo governo português, com o grau de Grande Oficial da Ordem de Santiago da Espada e a Grã-Cruz da Ordem de Mérito. Fonte
terça-feira, 17 de janeiro de 2023
Miguel Torga
Miguel Torga (1907-1995) foi um escritor português, um dos mais importantes poetas do século XX. Destacou-se também como contista, ensaísta, romancista e dramaturgo, deixando mais de 50 obras publicadas.
Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, no dia 12 de agosto de 1907. De família humilde, com 10 anos foi para a cidade do Porto trabalhar na casa de familiares. Foi porteiro, moço de recados, regava o jardim, limpava a escadaria...
Em 1918 foi mandado para o seminário de Lamego, onde estudou Português, Geografia e História, Latim e os textos sagrados. Depois de um ano decidiu que não queria ser padre.
Em 1920, com 13 anos, Miguel Torga viajou para o Brasil para trabalhar na fazenda de café, de um tio, em Minas Gerais. Foi matriculado no Ginásio, em Leopoldina.
Em 1925, com 18 anos, regressou a Portugal acompanhado do tio, que percebendo a inteligência do sobrinho se prontificou a custear os seus estudos em Coimbra. Em 1928 matricula-se na Faculdade de Medicina. Em 1933, depois de formado, começou a exercer a profissão na sua terra natal.
Ainda estudante de medicina, Miguel Torga Iniciou sua vida literária e publicou seus primeiros livros de poemas: Ansiedade (1928), Rampa (1930), Tributo (1931) e Abismo (1932).
Em 1934, publicou A Terceira Voz, quando passou a usar o pseudônimo que o imortalizou. As criticas ao regime franquista espanhol contidas no livro O Quarto Dias, levaram-no à prisão em 1940
A sua obra reflete as apreensões, esperanças e angústias de seu tempo, traduz a sua rebeldia contra as injustiças e a sua revolta diante dos abusos do poder.
Miguel Torga escreveu uma vasta obra, em poesia, prosa, romance e teatro. Teve os seus livros traduzidos para diversas línguas. Foi por várias vezes candidato ao Prêmio Nobel de Literatura.
Miguel Torga recebeu vários prêmios, entre eles: prémio do Diário de Notícias (1969), prémio Internacional de Poesia de Knokke-Heist (1976), prémio Montaigne da Fundação Alemã F.V.S. (1981), prémio Camões (1989), prmio Personalidade do Ano (1991), premio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores (1992), prémio da Crítica, consagrando a sua obra (1993)
Miguel Torga faleceu em Coimbra, Portugal no dia 17 de janeiro de 1995.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2023
Sugestão de Leitura
"Maria é uma menina que não gosta de se abrigar da chuva. A caminho da escola vê um sem-abrigo a dormir no passeio. Logo ali inicia uma série de perguntas à mãe sobre o porquê daquele homem não ter uma casa. Como a mãe não lhe consegue dar respostas que a satisfaçam, a pequena Maria resolve desenhar casas e entregá-las a todos os sem-abrigo que encontra; e eles agradecem de um modo muito especial." Fonte
sábado, 14 de janeiro de 2023
segunda-feira, 9 de janeiro de 2023
domingo, 8 de janeiro de 2023
Sugestão de Leitura: Greve de Catarina Sobral
sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
terça-feira, 20 de dezembro de 2022
Sugestão de leitura para o Dia Internacional da Solidariedade Humana
segunda-feira, 19 de dezembro de 2022
Nascimento de Alexandre O'Neil
A 19 de dezembro de 1924, nasce, em Lisboa, o poeta e publicitário português Alexandre O'Neill.
Descendente de irlandeses, foi um dos fundadores do movimento surrealista português.
Como, infelizmente, poucos poetas conseguem sobreviver apenas através da escrita, Alexandre O'Neill colocou a sua expressividade poética ao serviço da publicidade. É da sua autoria o conhecido tema publicitário «Há mar e mar, há ir e voltar». Fonte
quinta-feira, 8 de dezembro de 2022
segunda-feira, 5 de dezembro de 2022
Sugestão de Leitura
sexta-feira, 2 de dezembro de 2022
quinta-feira, 1 de dezembro de 2022
quarta-feira, 30 de novembro de 2022
Dia da Segurança do Computador
O Dia da Segurança do Computador celebra-se anualmente a 30 de novembro, foi criado em 1988 nos Estados Unidos com o objetivo de combater os riscos de insegurança dos dados pessoais na utilização de um computador.
Esta data tenta alertar para os perigos que um computador não protegido corre. Tanto na escola como em casa, é importante tomar medidas de proteção da informação que temos num computador.
Sugestões para este dia:
- mudar as senhas dos Sites mais importantes. As senhas devem ser mudadas de 6 em 6 meses para maior segurança;
- atualizar o teu navegador de internet, o antivírus e o sistema operativo.
- realizar uma cópia de segurança dos dados contidos no computador e fazer compras compras apenas em sites com protocolo "https" (com a imagem de uma cadeado), onde a informação é encriptada.
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
Concurso Autores Digitais
O Centro de Competências TIC (CCTIC) da Escola Superior de Educação de Santarém lança mais uma edição do concurso Autores Digitais, que tem como público-alvo crianças da educação pré-escolar e alunos dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico (CEB), bem como os docentes que os acompanham, em articulação com as bibliotecas escolares dos respetivos agrupamentos de escolas/escolas não agrupadas.
Com esta iniciativa, os participantes são desafiados a criar uma história original que aborde um dos temas da Educação para a Cidadania, a ilustrá-la e a publicá-la, usando o recurso educativo digital online Storyjumper.
São admitidas a concurso todas as histórias que abordem qualquer uma das áreas temáticas de educação para a cidadania, sendo avaliadas, à posteriori, por um júri multidisciplinar, que identificará as melhores desta edição. Aos três primeiros lugares de cada categoria (pré-escolar, 1.º e 2.º CEB) serão atribuídos prémios às respetivas escolas.
Inscrições até 22/12/2022 em: https://forms.gle/uHCY3iekhCGDUX9SA
Inscrições na formação (ACD, esta inscrição é opcional) | 7 dez em: https://forms.gle/q9XGrrjQ4sRY17kF8
Mais informações sobre o concurso em: https://cctic.ese.ipsantarem.pt/cctic/autores-digitais-regulamento/
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
domingo, 20 de novembro de 2022
quinta-feira, 17 de novembro de 2022
quarta-feira, 16 de novembro de 2022
Centenário de José Saramago
No dia em que se assinala o centenário de José Saramago, partilhamos um recurso disponível no #Estudo em Casa.
terça-feira, 15 de novembro de 2022
Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa
O Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa comemora-se anualmente a 15 de novembro.O objetivo deste dia é promover a Língua Gestual Portuguesa e garantir o respeito dos direitos das pessoas surdas.
A língua gestual é a forma de comunicação utilizada pelas pessoas surdas e por todos aqueles que comunicam com pessoas surdas. É produzida a partir dos movimentos das mãos, do corpo e por expressões faciais, sendo a sua receção visual. Esta língua possui um vocabulário especial e uma gramática própria.
A Língua Gestual Portuguesa (LGP) foi reconhecida enquanto língua da comunidade surda portuguesa pela Constituição da República em 1997, a 15 de novembro, data em que se assinala o Dia Nacional da Língua Gestual Portuguesa. A Comissão para o reconhecimento e proteção da Língua Gestual Portuguesa e defesa dos direitos das pessoas surdas foi criada também a 15 de novembro. Fonte
segunda-feira, 14 de novembro de 2022
domingo, 13 de novembro de 2022
Desafio
sábado, 12 de novembro de 2022
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
Cecília Meireles
No dia em que assinalamos a morte de Cecília Meireles, partilhamos um dos seus poemas e um recurso sobre o mesmo.
A Bailarina
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
mas inclina o corpo para cá e para lá.
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
Roda, roda, roda com os bracinhos no ar
e não fica tonta bem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.
Cecília Meireles, Ou Isto, ou Aquilo
terça-feira, 8 de novembro de 2022
A amizade da folhinha e do pirilampo
A folhinha quando acordou, olhou para todos os lados e começou a chorar.
Entretanto, o pirilampo despertou com aquela berraria toda.
- O que tens?! – perguntou o pirilampo admirado.
A folhinha respondeu, enquanto chorava:
- Eu estou com medo. Nunca estive no chão, é tão diferente! Tão agitado!
Quando eu estava lá bem no alto, tudo era calmo, aconchegante, e na primavera ficava tudo tão bonito!
- Aqui em baixo também é tudo muito bonito, devias ver o lago à noite, fica uma maravilha, depois temos de ir lá! – disse o pirilampo, conseguindo que a folhinha sorrisse.
Chegou a noite, e foi quando a luzinha do pirilampo se voltou a ver novamente.
A folhinha curiosa, perguntou:
- Como é que a tua luz só brilha à noite?
O pirilampo respondeu:
- A minha luz está sempre ligada, mas como o Sol ilumina tudo, esta pequena luz que tu vês, não se vê. Quando a noite chega, somos nós que iluminamos a noite.
A folhinha enquanto esvoaçava às costas do seu amigo, reparou na beleza do lago. Ela nunca tinha visto coisa mais bonita iluminado pela luz do luar!
Finalmente a folhinha apercebeu-se que a beleza do céu, não se comparava à lindeza da Terra.
Mas a folhinha continuava triste. Então o pirilampo perguntou-lhe:
- O que tens?! Estás no lago, não há sítio mais bonito!
- Eu tenho saudades da minha mãe! – disse a pequena folhinha triste.
- Eu já perdi os meus pais, esse é o meu maior medo, perder as pessoas que eu mais gosto. -disse o pirilampo triste.
- Não fiques triste! - pediu a folhinha. – Tu és um herói para mim!
Maria Leonor, 4JUN1
segunda-feira, 7 de novembro de 2022
Cinanima vai às Escolas
Melhorar a literacia fílmica das crianças e jovens faz parte da missão do CINANIMA e passa, entre outros, pela curadoria de programas de filmes a exibir nas escolas, realizada pela equipa do Serviço Educativo.
Oferece, gratuitamente, três programas de filmes de curta-metragem, cada um adequado ao respetivo nível de ensino (Pré e 1º ciclo, 2º e 3º ciclo e Secundário), permitindo assim o visionamento gratuito de mais de meia centena de filmes. Fonte






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